Selo que comprova menor consumo de energia começa a ser usado em edifícios

O Brasil ainda engatinha na avaliação da sustentabilidade de prédios e casas

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O consumidor que se preocupa em economizar energia agora tem mais opções na hora de comprar produtos com a etiqueta de eficiência energética. Já bastante comum em aparelhos como ar-condicionado, geladeiras e chuveiros elétricos, o selo chega também aos edifícios comerciais e residenciais. Por enquanto, garantir um menor consumo e aproveitamento da energia não é obrigatório. Mas a prática já é tida no mercado como diferencial competitivo.


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Semelhante às etiquetas que avaliam os eletrodomésticos, os edifícios, no novo padrão, chamado de Etiquetagem de Edificações do Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações, da Eletrobras (Procel Edifica), terão classificações que vão variar das letras “A”, em que o nível de aproveitamento é máximo, e a letra “E”, em que a eficiência é muito baixa. “As construções serão avaliadas de acordo com a região do país em que estão localizadas. Por exemplo, em Brasília, onde o clima é quente, é desaconselhado que se planejem estabelecimentos completamente envoltos em vidro, pois o ambiente vai exigir maior uso do ar-condicionado”, explica a arquiteta Milena Sampaio, proprietária da empresa Quali-A de etiquetagem.
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