Mapa interativo mostra iniciativas de brasilienses inspiradas na Rio+20

Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente, faz um ano que aconteceu o evento da ONU no Rio de Janeiro. Com um documento final frustrante, quem vai assumir a responsabilidade e lutar pelo desenvolvimento sustentável? Conheça a história de moradores de Brasília que se inspiraram na conferência

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postado em 05/06/2013 08:00 / atualizado em 05/06/2013 13:12


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A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada no ano passado, foi um fracasso — apesar da onda de expectativa que criou em ambientalistas, organizações não governamentais, economistas, indústria e chefes de Estado engajados. Ela não avançou nos principais pontos discutidos (economia verde e desenvolvimento sustentável), não debateu o cumprimento das convenções do clima e da biodiversidade, tampouco traçou obrigações ou metas para os países sobre a pauta ambiental.


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Tina Coelho/Esp. CB/D.A Press
Giancarlo Summa, um dos porta-vozes do evento, ameniza e diz que aquela foi uma conferência do “possível”, na qual o grande avanço foi, simplesmente, não retroceder nas três convenções mais importantes da ONU (Clima, Biodiversidade e Protocolo de Quioto). “O fato de ter reafirmado o compromisso e não ter desmontado as convenções já foi politicamente e diplomaticamente um grande sucesso, pois era arriscado não ter nem isso.”

Até mesmo o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, desejava mais ambição do documento final O futuro que queremos, mas voltou atrás no discurso de encerramento da conferência para elogiar o “simples equilíbrio” das visões dos 193 Estados-membros das Nações Unidas. O documento final é um termo de compromissos voluntários acordado pelos países. Alguns resultados estão bem traçados — como a definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável até 2015; o fortalecimento do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma); e mais de 700 compromissos firmados entre sociedade, empresas, governo e universidades, no valor de US$ 513 bilhões.

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