Microempresária investe em tecidos ecológicos e inova mercado de camisetas

Investimento em tecidos ecológicos no DF faz sucesso. Empreendedores expandem o negócio, lucram e preservam a natureza

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postado em 05/06/2013 08:00 / atualizado em 05/06/2013 13:13

Tina Coêlho/Esp. CB/D.A Press

“Se é ecológico, é melhor.” Baseado nisso, o empresariado — de olho nas novas tendências — quer criar uma consciência ambiental entre os consumidores. O processo é lento, mas tem mostrado avanços. Quem reforçou “a ideia verde” foi o encontro Rio+20, claro. A conferência organizada pelas Nações Unidas para discutir o compromisso com o desenvolvimento sustentável deixou um forte legado para o público e para os fabricantes — que querem repensar a maneira de consumir.


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Dalila Silva, 53 anos, por exemplo, trocou a logística de produção de sua camiseteria. Ela fabrica peças feitas com tecidos de algodão orgânico e de garrafas PET. A mudança foi em nome do bem da natureza e da crescente demanda do público por produtos ecológicos. A microempreendedora se inspirou na Rio+20 para transformar o negócio. Ela nasceu no Maranhão e chegou em Brasília com a família em 1963. Inspirada pela visão inovadora do pai, que ajudou a construir a cidade, leva sempre novidades ao seu trabalho. Está no ramo de camisetas há 20 anos, e há quase dois investe em sustentabilidade.
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