Árvores são mapeadas em todo o DF para reduzir os riscos de queda

Segundo a Novacap, responsável pela ação, os registros de queda deverão diminuir em 80% no próximo período chuvoso

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postado em 09/07/2013 13:32 / atualizado em 09/07/2013 13:37

Para prevenir transtornos na época das chuvas, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) deu início a um trabalho de mapeamento das árvores em risco de queda. "No próximo período chuvoso, os registros de queda de árvores deverão ser reduzidos em 80%", destacou nesta terça-feira (9/7) o chefe do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, Rômulo Ervilha.


A ação foi iniciada pelas asas Sul e Norte, regiões mais arborizadas da capital, e deverá se estender por todas as outras 30 Regiões Administrativas do DF até meados de outubro. "Esse trabalho é extremamente importante, já que a população que convive com espécies (de árvores) contaminadas corre o risco de ser atingida ou de ter seus bens danificados," complementou Ervilha.

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O processo de mapeamento e diagnóstico é realizado diariamente por engenheiros florestais do órgão durante as operações de rotina de poda preventiva e corte de árvores. Nos finais de semana, o procedimento é feito em vias de trânsito mais intenso, como a avenida W3 e os eixinhos.

Rachaduras em galhos, presença de fungos e inclinação repentina do caule estão entre os principais problemas identificados. A Novacap disponibiliza ao cidadão o telefone da Ouvidoria para tirar dúvidas- 3403-2626.

Decreto
Como determina o Decreto nº 14.783 de 1993, o parecer para o corte ou poda de árvores é feito exclusivamente por um técnico engenheiro florestal do órgão.

Os profissionais verificam o estado do vegetal, a ameaça de queda imediata, interferência nas redes de energia elétrica, de água e de esgoto, além de ameaça à estrutura de prédios e casas.

Para cada árvore exótica cortada, a Novacap é obrigada a plantar outras 10 espécies, e se o espécime for do bioma do cerrado, a compensação é de 30 novas árvores.

As folhas e os galhos cortados são levados para o Viveiro II da companhia, onde são triturados e usados para fazer adubo orgânico ou ainda como matéria-prima para construir o mobiliário de parques e praças do DF.
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