Assista às etapas da pesquisa que busca aromas nas plantas do cerrado

Estudo da Embrapa pretende encontrar óleos essenciais de plantas do cerrado com potencial para a indústria de perfumes, de alimentos, de limpeza e de higiene

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postado em 11/09/2013 08:00 / atualizado em 11/09/2013 10:16



Entre as 12 mil espécies vegetais do cerrado, há alguma que produza odores agradáveis e capazes de serem reproduzidos em larga escala? Essa é a pergunta que os cientistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) querem responder. Para tanto, fazem novo estudo para descobrir potenciais aromáticos nessas plantas.


A busca, no entanto, está longe de ser fácil. Como há pouca informação sobre os tipos do bioma, a caça no campo exige olhos atentos e experiência para coletar os “chutes” de espécies produtivas. Até o momento, os 14 agrônomos, químicos e botânicos identificaram quatro boas famílias: Lamiaceae, Verbenaceae, Asteraceae e Myrtaceae. As candidatas são aquelas com tricoma glandular, espécie de pelinho que armazena o óleo essencial.

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É essa substância que dá o potencial aromático da planta e é o principal material do estudo da Embrapa. O coordenador da pesquisa, Roberto Vieira, da área de recursos genéticos e de biotecnologia, explica que esse óleo pode ser armazenado em diversas estruturas, de acordo com a espécie, como nas folhas, nos frutos, nas cascas ou nas raízes. “Estamos fazendo, a princípio, uma prospecção de tudo que tenha potencial olfativo, e estamos vendo as plantas com tricomas nas folhas.” O estudo conta com investimento de R$ 430 mil e coletou mais de 80 materiais de, pelo menos, 30 espécies diferentes.

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