Frutas-símbolos da região são matéria-prima para a produção de cosméticos

Sabonetes, cremes para cabelos e óleos usam extratos de buriti, de pequi e de copaíba

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postado em 11/09/2013 08:00 / atualizado em 10/09/2013 19:39

Montagem de fotos: Natura, Folhata Cosméticos, Feito Brasil Cosméticos/Divulgação

Uma das principais indústrias no Brasil, e em franco crescimento, é a dos cosméticos. Segundo estudo da Associação da Indústria de Higiene Pessoal, a Abihpec, trata-se do terceiro maior mercado do mundo — atrás apenas dos EUA e do Japão. O faturamento líquido passou de R$ 4,9 bilhões, em 1997, para mais de R$ 34 bilhões em 2012. E o que não faltam nessa área são opções. Uma delas é o cosmético com matérias-prima do cerrado. Empresas de grande ou de pequeno porte investem e usam o pequi, o buriti e a copaíba para fabricar xampus, sabonetes e óleos.


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É o caso, por exemplo, da Folhata Cosméticos, criada em 2009, em Santa Catarina — seus produtos são feitos com matérias-prima dos diferentes biomas brasileiros. A venda de óleos para a pele, feita apenas pela internet, chega a 200 frascos por mês. “O principal benefício é a concentração dos ativos, que permite absorção maior e mais rápida”, garante Cristina Pamplona, diretora de marketing. “Os produtos tradicionais usam água e vários outros elementos. A parte de ativos corresponde apenas a 3% ou 10% do cosmético”, completa.

Do cerrado, a empresa produz óleo de pequi, rico em gorduras boas e sadias para a pele — que faz hidratação profunda — e óleo de copaíba, usado por populações indígenas como antibiótico e, na cosmética, para cicatrizar espinhas.

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