Índices de sustentabilidade ganham importância no mercado financeiro

Empresas comprovadamente responsáveis se mostram cada vez mais atrativas

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postado em 23/10/2013 09:01

Fibria/Divulgação

A preocupação de grandes companhias com as boas práticas ambientais não é nova. A Bolsa de Nova Iorque Dow Jones criou, ainda em 1999, o primeiro índice de sustentabilidade para companhias com ações na instituição. A novidade é o crescimento de brasileiros nesse seleto grupo —atualmente, das 333 empresas que fazem parte do índice, oito são nacionais. Para compor o ranking da bolsa norte-americana, as companhias têm de apresentar ações desenvolvidas em diversas áreas, como estratégia, planejamento e governança de modo a assegurar valores como proteção e manutenção do meio ambiente, sustentabilidade, inovações tecnológicas e desenvolvimento social.


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Entre as representantes nacionais, a mais recente a fazer parte do ranking é a Fibria. A produtora de celulose existe há apenas quatro anos, mas já conseguiu a aprovação no ano passado. Segundo o diretor de sustentabilidade da instituição, Carlos Roxo, o segredo para alcançar os índices é incorporar valores a partir do topo do planejamento empresarial. “Desde a fundação da empresa, foi criado um comitê de sustentabilidade formado por pessoas independentes, como ambientalistas, estudiosos da área e até mesmo líderes indígenas. A função desse comitê é orientar o conselho administrativo, de forma que as decisões tomadas sejam analisadas pelo ponto de vista da sustentabilidade.”

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