WWF lança projeto de desmatamento zero nas florestas brasileiras

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postado em 24/04/2014 15:03 / atualizado em 24/04/2014 15:38

É inquestionável que o planeta precisa de florestas. Elas abrigam animais e plantas, espécies que absorvem carbono e liberam oxigênio, fazem a chuva cair e fornecem água limpa. As árvores garantem abastecimento de combustíveis e materiais brutos renováveis – papel, embalagens e plásticos para móveis e utensílios domésticos. No entanto, nos próximos anos, as florestas sofrerão uma enorme pressão ambiental como nunca antes na história.

 

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Diante desse cenário, o WWF tem o objetivo de por um fim ao desmatamento. Isso significa não perder mais quantidade nem qualidade das florestas mundiais. De acordo com o Relatório Florestas Vivas, a proposta é alcançar a meta de desmatamento e degradação florestal líquida zero até 2020. A data estipulada reflete a urgência para enfrentar as ameaças à biodiversidade florestal no mundo.

Relatório Florestas Vivas

O Relatório tem por objetivo catalisar o debate sobre o papel e o valor das florestas no futuro, em um mundo onde a população terá que adequar o seu modo de vida aos limites ecológicos do planeta, compartilhando os  recursos de forma equilibrada. Nele são apresentadas soluções gerais para a humanidade aperfeiçoar, por exemplo, o uso e os benefícios da madeira, sem diminuir o capital natural mundial de florestas. No capítulo que explica sobre o uso da madeira, especificamente, são abordados os diversos valores e usos do produto, com relação às alternativas de materiais; às demandas atual e futura de produtos madeireiros; a relação entre a produção madeireira e a conservação de outros valores florestais e várias opções de produção madeireira.

Os primeiros três capítulos do Relatório Florestas Vivas foram publicados em 2011. Os dois primeiros foram focados em Florestas e Energia – a adoção de um novo modelo sustentável de atividade florestal, expansão do uso da bioenergia na segurança energética, desenvolvimento rural e outros temas específicos – e o capítulo três abordou Florestas e Clima, que destacou a Redução das Emissões Oriundas do Desmatamento e da Degradação Florestal (REDD+) como uma forma para prevenir o descontrole das mudanças climáticas.
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