Verão BSB

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Alívio para as altas temperaturas

Ao mesmo tempo que a estação mais quente do ano combina com pratos leves e refrescantes, para muitos ela é sinônimo de cerveja gelada e uma grande variedade de sorvetes

postado em 30/01/2017 07:00 / atualizado em 13/02/2017 18:39

Ed Alves/CB/D.A. Press

 

O verão é a estação mais democrática do ano. Com a mudança de comportamento na sociedade brasileira, a estação conhecida pelas temperaturas quentes tem abrigado com constância a pluralidade. A máxima vale sob diferentes aspectos, inclusive na quebra de padrões e estereótipos físicos na hora de escolher o traje para frequentar as praias ou piscinas. Uma das principais vantagens, embora odiada por algumas pessoas, é a vigência do horário de verão, que permite a quem tem um perfil mais atlético se exercitar no fim do dia ao ar livre, com a sempre bem-vinda luz solar, fonte de vitamina D e de felicidade. Porém, há quem diga que o calorão no final da tarde pede um happy hour e uma boa cerveja gelada.

Mais que moda passageira, os chopes artesanais, extraídos on tap ou na pressão, têm agradado a boemia brasiliense. Eles têm inclusão de nitrogênio ou gás carbônico e, por isso, são mais refrescantes. "O estilo que mais combina com nosso clima é o pilsen", defende Cláudio Rocha, do I Love Beer. Mas não se confunda. Puro malte não se parece em quase nada com a cerveja que se encontra no supermercado.

Atualmente, o I Love Beer – Tap House é a casa com a maior quantidade de torneiras desse tipo disponíveis em Brasília. São mais de 30 opções, que vão das clássicas internacionais a produções brasileiras e até de microcervejarias locais. O proprietário Claudio Rocha conta que, nos dias mais quentes, a pedida ideal recai sobre as do tipo Bohemian pilsen ou lager — como a Piná à Vivá, da cervejaria Bastards, uma cerveja forte, cítrica e com bom amargor. Ostentando 8% de álcool, é quase o dobro das comuns. O chope custa R$ 13, com 200ml. Entre as de trigo, Rocha sugere a Weihenstephan, uma clássica alemã, produzida desde 1040. O copo de 200ml sai a R$ 17.

Helio Montferre/Esp. CB/D.A Press.

Os dois estilos combinam muito com pratos leves. Como o sabor é peculiar, não cabem molhos ou carnes pesadas. Frutos do mar, como lagosta e camarão, são parceiros ideais. Encaixa-se bem a trouxinha de camarão, massa leve feita com a casca do crustáceo, que é levemente empanado e frito na hora. O quitute sai a R$ 18,90, com quatro unidades, e R$ 34,90, com oitos. Vale, também, provar com bolinho de bacalhau, a R$ 39,90, 12 unidades.

Contra o calor, sorvete!

Bárbara Cabral/Esp.CB/D.A Press.

Sorvete para apreciar, também, com os olhos. Esse é um dos propósitos do Stonia Ice Creamland, marca brasiliense que tem chamado atenção pelas combinações suntuosas, clicadas e postadas aos montes nas redes sociais. Especializada em doces com gelato do tipo italiano manipulados em uma pedra, a Stonia Ice Creamland tem pouco tempo de funcionamento, mas os brasilienses já elegeram os favoritos.

O primeiro deles é o avalanche (R$ 39,90, serve até quatro pessoas), composto por gelato italiano de baunilha artesanal servido em taça com brigadeiro de colher, castanha, morango, brownie, Kinder Bueno ou Ferrero Rocher, Kit Kat e doce de leite. Se preferir, o glutão pode trocar o sabor do sorvete por chocolate (R$ 41,90), ou pistache, por R$ 46,90. O X-Stonia também disputa o posto. Trata-se de um sanduíche de churros recheado com gelato italiano de baunilha e doce de leite argentino (R$ 18,50).

Sociedade de Laise Assunção e Bruno Borges, a marca pretende abrir uma unidade em Águas Claras até o fim de fevereiro de 2017. "Nossos clientes comentam que sentiam falta desse apelo pela sobremesa. Há também essa questão nostálgica e romântica de antigamente, de o casal sair para dividir uma taça de sorvete”, comenta.

Impossível falar de verão e não pensar em sorvete. E quanto mais melhor, não é mesmo? O calor da estação combina perfeitamente com o preparo gelado e repleto de sabores. Para quem procura variedade e versatilidade, a sugestão é apostar no Zagaia sorvetes artesanais. A casa, que recentemente passou por uma reforma, funciona há seis anos e aposta tanto nas receitas tradicionais como nas sem glúten, sem lactose e até sem açúcar.

Entre os sabores, a proprietária do local, Luci Vilma de Oliveira, sugere que o cliente experimente o de amarena (R$ 9,80, 100g) ou o chocolate trufado (R$ 9,80, 100g). "O de chocolate é bem tradicional, levemente amargo", afirma.

Para quem tem alergia à lactose, o sorvete de limão (R$ 9,80, 100g) é uma boa. "Esse sorvete não leva leite e é muito refrescante. Ótimo para o verão”, garante. Ela ainda sugere, para os veganos, o milkshake de chocosoja (R$ 22, 500ml), feito com leite de soja. “Esse sorvete não tem leite nem açúcar. É uma receita vegana muito requisitada”, pontua.

 Ed Alves/CB/D.A. Press.

Truck

A casa também trabalha com um truck de sorvete, que circula pela capital. São em média 10 sabores, além de açaí e água disponíveis no veículo. Os sorvetes são servidos no copo, por um valor de R$ 10, com cerca de 130g.

Serviço

I Love Beer - TAP HOUSE — (210 Norte, Bl. B, loja 53; Telefone: 3033-6909) terça e quarta, das 12h à 1h, quinta e sábado, das 12h às 2h; e domingo, das 12h às 23h.

Stonia Ice Creamland — (405 Sul, Bl. B, loja 22; Telefone: 3244-8772) aberto de segunda a quinta, das 12h às 22h; e de sexta a domingo, das 12h às 23h.

Zagaia Sorvetes Artesanais — (706/707 Norte, Bl. E, lj 18; 3202-9677), aberto todos os dias, das 9h30 às 21h.