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Correio Braziliense ENEM 2019

Equilíbrio na hora de comer pode auxiliar candidatos no Enem

Confira dicas de alimentos para comer antes, durante e depois do exame


postado em 21/10/2019 07:00 / atualizado em 24/10/2019 10:57

A comida é um elemento que pode ser decisivo no momento da prova. A má alimentação pode causar cansaço, fraqueza e outros problemas que podem interferir no rendimento do candidato. Para se manter bem durante o tempo de prova, é importante amenizar as guloseimas e evitar alimentos gordurosos: frituras, refrigerantes, salgadinhos, fast foods estão fora de jogo.

A nutricionista Tatiana Magri explica que esses produtos tornam a digestão mais lenta e podem interferir na performance do candidato. “São alimentos que acabam por não fornecer os nutrientes de que os estudantes precisam naquele momento. Pode provocar cansaço, ansiedade e até mais fome, e isso não seria legal”.

Dessa forma, o ideal é manter uma alimentação bem balanceada, inclusive, no período anterior à prova. “Um dia antes, é interessante que o aluno tenha uma alimentação mais leve, com legumes, frutas, carnes magras — para aqueles que comem carne”, exemplifica.

A rotina do vestibulando, muitas vezes, não é favorável à boa alimentação. O dia a dia corrido faz com que os estudantes deem preferência a alimentos de consumo fácil, como salgados. É o que diz Matheus Sardinha, 21. “Eu sei que é importante cuidar disso, mas não tenho uma alimentação tão saudável. A rotina é muito corrida, então a gente acaba comendo o que dá”, justifica. Mesmo assim, ele se preocupa com a questão. “Perto da prova, eu tendo a regular isso tudo, para não me prejudicar”, diz.

Outra questão pontuada pela nutricionista é o uso da comida como forma de lidar com a ansiedade. Na hora do nervosismo, a saída para muitos candidatos é descontar no chocolate. Tatiana afirma que não há impedimento em consumir o doce, desde que não haja excesso. “A questão do chocolate na hora da prova não é nenhum problema, mas quando é muito excessivo a ponto de solucionar uma angústia, isso pode acabar prejudicando o desempenho na hora do exame”, conta.

No lado oposto estão aqueles que perdem o apetite ou, simplesmente, se esquecem de comer. A especialista não recomenda a atitude. “Isso pode deixar a pessoa mais fraca e ela não consegue ter tanta energia”. A orientação, em relação aos dois casos, é de que seja feito um trabalho emocional semanas antes do exame.

* Estagiária sob supervisão de Jairo Macedo

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