Indígenas e quilombolas podem se inscrever para bolsa permanência

O prazo para o registro vai até 31 de agosto

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postado em 11/07/2018 17:57 / atualizado em 11/07/2018 19:37


Marília Lima
 
Estudantes indígenas e quilombolas matriculados em cursos de graduação em instituições federais podem solicitar a inclusão no Programa Bolsa Permanência (PBP). Os candidatos deverão fazer as inscrições pela página do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP) até 31 de agosto. Estão sendo oferecidas 2,5 mil novas vagas para esse público.

O Bolsa Permanência (PBP) é um que concede auxílio financeiro e viabiliza a permanência no curso de graduação a estudantes matriculados em instituições federais de ensino superior, em situação de vulnerabilidade socioeconômica, especialmente a indígenas e quilombolas. Os recursos são pagos diretamente aos alunos por meio de um cartão de benefício.
  
 
 
No caso dos estudantes indígenas e quilombolas, o Ministério da Educação (MEC) paga um valor diferenciado de, no mínimo, R$ 900, em razão das especificidades da organização social das comunidades, condição geográfica, costumes, línguas, crenças e tradições. O recurso é pago diretamente ao estudante por meio de um cartão de benefício.

Para ter direito ao benefício, o aluno deve possuir uma renda familiar per capita de no máximo um salário mínimo e meio, não ultrapassar dois semestres do tempo regulamentar do curso de graduação em que estiver matriculado para se diplomar, ter assinado termo de compromisso e ter seu cadastro devidamente aprovado e mensalmente homologado pela instituição federal de ensino superior que faz parte.

A finalidade do programa  é minimizar as desigualdades sociais e contribuir para a permanência e a diplomação desses estudantes de graduação, além de reduzir o custo de manutenção de vagas ociosas em decorrência da evasão estudantil e promover a democratização do acesso ao ensino superior de qualidade, por meio da adoção de ações complementares de promoção do desenvolvimento acadêmico.