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Correio Braziliense

MEC anuncia saída do Brasil do grupo de educação do Mercosul

Segundo o ministro da pasta, Abraham Weintraub, a medida foi tomada com o objetivo de acabar com fontes de despesas do governo que não geram resultados concretos


postado em 29/11/2019 12:00 / atualizado em 29/11/2019 14:46

De acordo com Weintraub, a medida leva em consideração os resultados das últimas reuniões e o custo delas(foto: Luis Fortes/MEC)
De acordo com Weintraub, a medida leva em consideração os resultados das últimas reuniões e o custo delas (foto: Luis Fortes/MEC)
O Ministério da Educação anunciou nesta sexta-feira (29/11) a saída do Brasil do grupo de educação do Mercosul. De acordo com o ministro da pasta, Abraham Weintraub, a medida reflete o posicionamento do governo em acabar com fontes de despesas que não geram resultados concretos. 

“Depois de 28 anos participando da área educacional do Mercosul, a decisão do governo é que a partir de hoje o Brasil só discutirá apenas relacionamentos bilaterais com Paraguai, Argentina e Uruguai. O Brasil passa a tratar com cada um desses países individualmente”, afirmou o ministro em coletiva de imprensa. 

De acordo com Weintraub, a medida leva em consideração os resultados das últimas reuniões e o custo delas. “Após 28 anos, não há resultados concretos e objetivos para a gente mostrar e a despesa e o custo foi grande”, afirmou. O ministro acredita que durante os últimos foi gasto R$ 30 milhões de reais com as reuniões. 

Weintraub garantiu que nada será interrompido ou atrapalhado. “A única coisa que muda é que essas reuniões não vão mais acontecer com a presença do Brasil porque na prática nada foi obtido”, disse o ministro, que garantiu que os governos dos países participantes do Mercosul foram avisados. “Foi tudo bem. Eles entenderam que a relação bilateral está preservada. Foi tudo ótimo. Sem problema nenhum”, completou.

Segundo Weintraub, na última reunião feita, apenas o ministro do Paraguai compareceu. A Argentina enviou um representante da embaixada e o Uruguai não enviou ninguém. “Era um grupo que já não funcionava mais, mas tinha custos. E objetivo do governo Bolsonaro é sempre buscar eficiência para o pagador de impostos brasileiros”, justificou.

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