Publicidade

Correio Braziliense

Começa a primeira edição da FeLiB

O projeto, que faz parte da 36ª Feira do Livro de Brasília, tem a missão de estimular a leitura e a produção literária em escolas públicas do DF


postado em 09/12/2019 14:46 / atualizado em 10/12/2019 11:09

Levando uma programação diferenciada para 15 escolas públicas do Distrito Federal, começou nesta segunda-feira, 9 de dezembro, 1ª edição da FeLiB Itinerante, um projeto da 36ª Feira do Livro de Brasília que tem como objetivo estimular a leitura e a produção literária. Desempenhado pelo Instituto Latinoamerica, com apoio da Câmara do Livro do Distrito Federal, a FeLiB conta com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Tino Freitas com o livro <i>Cadê o juízo do menino?</i> (foto: Luiz Ávila)
Tino Freitas com o livro Cadê o juízo do menino? (foto: Luiz Ávila)
A iniciativa é dividida em duas partes. A primeira será realizada a partir de hoje até 13 de dezembro e vai beneficiar estudantes das primeiras séries do ensino fundamental, em Fercal e Sobradinho. O processo pedagógico de despertar o gosto pela leitura a partir do método lúdico de contação de histórias será feito, nesta primeira fase, pela contadora de história Nyedja Gennariela, que após lecionar por 23 anos no ensino fundamental, se dedica à atividade.
 
O contato com a produção literária fica a cargo do encontro com o escritor, jornalista, músico e mediador de leitura do projeto “Roedores de Livros”, Tino Freitas. Com 20 obras publicadas, ele já foi selecionado para o Catálogo de Bologna, Itália, vencedor de quatro Selos Altamente Recomendável para Criança da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; e integrou por cinco anos a seleção “Os 30 Melhores Livros Infantis do Ano”, da Revista Crescer.
 
A segunda etapa ocorrerá em fevereiro do ano que vem e contemplará outras dez escolas, em Planaltina e Sobradinho II, contatando com a participação de Rose Costa e William Reis, responsáveis pela contação de histórias, e com o autores Alessandra Roscoe e Romont Willy, que apresentarão o mundo da produção literária aos estudantes.
 
Segundo os organizadores, o cidadão brasileiro lê pouco e tem grande dificuldade para compreender o que lê. Isso se converte em uma fragilidade estrutural e traz uma condição de exclusão, que aumenta as desigualdades e limita o acesso a saberes indispensáveis à promoção da cidadania. Ao fim, cada unidade visitada receberá 15 livros, totalizando 225 obras entregues gratuitamente.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade

MAIS NOTÍCIAS

publicidade
publicidade
publicidade
publicidade
publicidade
publicidade