postado em 02/12/2013 11:51
Enquanto alguns amargaram a realidade de perder o teste para o qual se preparam durante todo o ano, outros não mediram esforços. Acordaram mais cedo, prepararam lanches. Valeu até almoçar às 9h30 para chegar a tempo. Foi o caso de Elda dos Santos, 18 anos. Moradora da Ceilândia Norte e usuária do sistema de transporte público, ela não quis arriscar. ;Saí de casa às 10h. Trouxe barra de cereal e suco para aguentar o resto do dia. Não podia correr o risco de perder a 3; etapa. Fui bem nas outras duas provas. Quero passar para psicologia;, disse. A maior dificuldade dela é na área de exatas. A matéria mais temida era matemática. ;Me preparei bem. Estudei na escola e em casa. Vamos esperar para ver o resultado;, disse. O mesmo ponto fraco atinge André Luiz Vieira, 18 anos. Ele saiu de Posse (GO) para concluir a última etapa do programa seriado. ;Minha irmã mora aqui. Vim na sexta-feira para não ter erro. Quero passar em biotecnologia e a UnB é a melhor nesta área;, disse.
Ele foi um dos primeiros a chegar na UnB na companhia da irmã Kênia Vieira, 30 anos. Mesmo saindo de casa, em Ceilândia, de carro, ela não quis arriscar. ;Melhor chegar mais cedo. Dá mais tranquilidade;, concluiu. O Cespe diz que não houve ocorrências durante a realização das provas. (MA)