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Correio Braziliense ENSINO SUPERIOR

Reitora da UFPB diz não ao Future-se

A comunidade acadêmica da instituição se reuniu para discutir o programa na segunda-feira (22). A adesão será definida pelo Conselho Universitário


postado em 23/07/2019 11:51 / atualizado em 24/07/2019 11:21

Universidade Federal da Paraíba (UFPB) iniciou a discussão do programa Future-se na segunda-feira (22). Convocada pela reitora Margareth Diniz, a assembleia reuniu estudantes, professores,  técnicos-administrativos e representantes de classes para apresentar a iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e preparar a agenda de debates nos câmpus da instituição.
 
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o secretário de Educação Superior, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior, apresentaram o Future-se em 17 de julho(foto: Luis Fortes/MEC)
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o secretário de Educação Superior, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior, apresentaram o Future-se em 17 de julho (foto: Luis Fortes/MEC)
 
Durante a fala, a reitora antecipou o posicionamento contrário às mudanças. Segundo o site do Jornal da Paraíba, Margareth Diniz declarou que, com certeza, vai dizer não ao Future-se. Após os encontros de estudantes e a plenária na Assembleia Legislativa da Paraíba, a adesão ao programa será definida pelo Conselho Universitário (Consuni) da UFPB. Até o momento, não há previsão para o dia da decisão. 

A comunidade acadêmica também discutiu sobre o corte no orçamento de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), anunciado em 30 de abril de 2019. Na UFPB, o bloqueio será de 32,75% no orçamento da instituição, sendo mais de R$ 44 milhões de recursos de custeio e cerca de R$ 5 milhões oriundos de emendas da bancada federal da Paraíba.

Agenda 

Na quarta-feira (24), os debates serão nos câmpus II e III, às 9h e 15h, respectivamente. Já na próxima semana, os encontros serão na terça-feira (30), câmpus IV às 15h, e na sexta-feira (2/8), câmpus I em horário a definir.  

Future-se

Segundo o MEC, o programa, de adesão voluntária, busca fortalecer a autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Essas ações serão desenvolvidas por meio de parcerias com organizações sociais e serão divididas em três eixos: gestão, governança e empreendedorismo.
 
 

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