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Correio Braziliense

Notas do Enem poderão ser utilizadas em 41 universidades portuguesas


postado em 16/08/2019 16:15 / atualizado em 16/08/2019 16:42

Durante coletiva na tarde desta sexta-feira (16), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, afirmaram que o Enem Portugal, criado em 2014, permitirá o uso da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em processos seletivos de 41 instituições de educação superior portuguesas. Antes, a lista contava com 37 instituições de ensino.

Das quatro faculdades de Portugal que assinaram o acordo interinstitucional com o Inep, três têm sede na capital portuguesa: o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), a Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) e o Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso)(foto: IUL-ISCTE/Reprodução)
Das quatro faculdades de Portugal que assinaram o acordo interinstitucional com o Inep, três têm sede na capital portuguesa: o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), a Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) e o Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso) (foto: IUL-ISCTE/Reprodução)

Segundo a pasta, quatro faculdades de Portugal assinaram acordo interinstitucional com o Inep. Três têm sede na capital portuguesa: o Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE), a Universidade Autônoma de Lisboa (UAL) e o Instituto Politécnico da Lusofonia (Ipluso). Já a Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa está localizada na cidade de Oliveira de Azeméis.   

 

Cada instituição definirá as regras e os pesos para uso das notas e o processo é conduzido pela Assessoria Internacional e pela Diretoria de Avaliação da Educação Básica do Inep. A pasta ressalta ainda que os convênios interinstitucionais não envolvem transferências de recursos e não preveem financiamento estudantil pelo governo brasileiro. Em Portugal, todos os estudantes pagam taxas como forma de coparticipação nos custos do ensino, mesmo nas instituições públicas.

 

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse que há interesse de estender o acesso ao Enem a universidades de outros países, como Espanha e França. “Com o embaixador da Espanha, já começamos a conversar. Acreditamos que será possível e já começamos as tratativas, mas é um processo que ainda demora um pouco, não é imediato.”

 

Sobre o Enem 2019, ele afirmou que não há intercorrência em relação à execução das provas. “Os estudantes podem ficar tranquilos que a elaboração do exame está ocorrendo dentro do planejado. Não há nada de errado. Os candidatos que vão fazer prova agora em 2019 devem saber que essa nota não servirá apenas para universidades no Brasil, mas também para universidades fora do país, no caso Portugal", afirmou.

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