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Correio Braziliense

Alunos brasilienses disputam a Olimpíada Brasileira de Robótica

A equipe, que representa o Colégio Mackenzie Brasília, participa da etapa nacional que ocorre desde hoje (22) até sábado (26), na cidade de Rio Grande (RS)


postado em 22/10/2019 15:05 / atualizado em 22/10/2019 18:26

A equipe de robótica do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília (CPMB), RT CENTAURI, formada pelos alunos do ensino médio, Juliano Cintra, Filipe Lacerda e Eduardo Lacerda, participa da etapa Nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), entre 22 e 26 de outubro, na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. O time conseguiu a vaga após ter sido campeão da fase regional, em agosto, e agora já se prepara para o torneio com o sonho de chegar mais uma vez ao mundial.
 
Juliano Cintra (E), Eduardo Lacerda (C), Filipe Lacerda (C) e o professor Mauro Viana (E): na disputa da Olimpíada Brasileira de Robótica(foto: Lucilene Lopes Campanholo / Distribuição Marista)
Juliano Cintra (E), Eduardo Lacerda (C), Filipe Lacerda (C) e o professor Mauro Viana (E): na disputa da Olimpíada Brasileira de Robótica (foto: Lucilene Lopes Campanholo / Distribuição Marista)


O robô da equipe brasiliense apresenta uma grande novidade: sensores ultrassônicos. Agora, a máquina está mais competitiva, pois ele consegue, por exemplo, ler uma parede, se afastar até determinado ponto e contorná-la com mais segurança, evitando ou reduzindo bastante o risco de colisão. 
 
 
Feilpe Lacerda (c) e Juliano Cintra (d) são membros da equipe RT Centauri. À esquerda, o treinador Mauro Viana(foto: Rafael Querrer / Distribuição Marista)
Feilpe Lacerda (c) e Juliano Cintra (d) são membros da equipe RT Centauri. À esquerda, o treinador Mauro Viana (foto: Rafael Querrer / Distribuição Marista)
 
As regras da competição são como no ano anterior. Na pré-rodada, somente o capitão e co-capitão terão permissão para acessar a área de competição e somente o capitão poderá interagir com o robô durante a rodada.

A máquina deve estar pré-programada para superar desafios e conseguir salvar vidas ou recolher corpos em uma arena que simula um ambiente de desastre hostil, assim como no regional - porém, com mais desafios na pista. Tudo sem a interferência humana. Na prática, o Robô vai até às vítimas, as recolhe e as leva às áreas de salvamento. O trajeto a ser percorrido tem rampas, paredes, relevos e outros dificultadores que caracterizam sua não-linearidade. O robô se guia pela reflexão de luz ao longo da distância. 

A Olimpíada Brasileira de Robótica ocorre desde 2007 e é o maior evento de robótica da América Latina. No ano passado, foram mais de 4.300 equipes.

Para mais informações, acesse: www.obr.org.br/ 

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