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Correio Braziliense

UnB está no ranking das melhores universidades de países emergentes

De acordo com o Times Higher Education (THE) Emerging Economies, a instituição de ensino é a 9ª melhor do Brasil entre as 46 colocadas lideradas pela USP


postado em 26/02/2020 18:19 / atualizado em 26/02/2020 18:37

Segundo o levantamento feito pela Times Higher Education (THE) Emerging Economies, a Universidade de Brasília (UnB) é uma das melhores instituições de ensino superior de países em desenvolvimento. Das 533 universidades de 47 países emergentes que estão no ranking, a instituição se encontra na posição entre 201-250, pela segunda vez consecutiva. No que se refere somente ao Brasil, a UnB foi eleita neste ano como a 9ª melhor universidade do país. No ano passado, havia se classificado na 11º colocação.


“É muito importante, tanto para a UnB como para as outras universidades, ser avaliada por esse ranking. É um olhar externo que analisa nossa qualidade e nos parametriza para o mundo inteiro. É um momento em que nossa ciência é altamente internacionalizada”, afirma o vice-reitor da UnB Enrique Huelva, atualmente no exercício da reitoria.
 
No que se refere somente ao Brasil, a UnB foi eleita neste ano como a 9ª melhor universidade do país. No ano passado havia se classificado na 11º colocação.(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
No que se refere somente ao Brasil, a UnB foi eleita neste ano como a 9ª melhor universidade do país. No ano passado havia se classificado na 11º colocação. (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Para o vice-reitor, a posição é constatação de que a Universidade vem melhorando. O crédito dessa evolução é dado ao investimento nas unidades acadêmicas, que neste ano aumentou em 5,25%, a criação do Decanato de Pesquisa e Inovação (DPI) e de outras decisões políticas da atual gestão. “Mesmo com um orçamento que vem diminuindo, nós escolhemos manter e aumentar a parte destinada aos institutos, faculdades e departamentos”, explica.

O THE Emerging Economies julga as universidades de acordo com indicadores de desempenho agrupados em cinco áreas: ensino (o ambiente de aprendizagem); pesquisa (volume, renda e reputação); citações (influência da pesquisa); perspectivas internacionais (funcionários, estudantes e pesquisa); e renda da indústria (transferência de conhecimento).

Somente países emergentes avançados, secundários e em fronteiras entraram nessa avaliação. Os critérios são os mesmos usados para estabelecer o ranking mundial, porém são ajustados à realidade das regiões em desenvolvimento para que a comparação seja mais abrangente e equilibrada. O vice-reitor da UnB, Enrique Huelva, avalia a importância das instituições federais para o crescimento do país em ciência e tecnologia. “Não tem desenvolvimento econômico e social sem universidades fortes, investimento em pesquisas e, de um modo, geral em educação. Os exemplos mundo afora deixam isso bastante claro”, ressalta.
 
As expectativas para a colocação nas próximas pesquisas são altas. “Queremos continuar melhorando e, para isso, estamos fazendo o nosso dever de casa”, conclui.

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