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Correio Braziliense FORMAÇÃO »

Este ano, o IFB completa uma década, mas ainda é pouco conhecido no DF

Por não saber das ofertas da escola, muita gente perde a chance de ter acesso a ensino de qualidade de graça. Apesar disso, há muitos motivos para comemorar: entre eles, a formatura de 13 mil alunos e a inauguração da décima unidade da instituição, no Recanto das Emas


postado em 25/02/2018 15:41 / atualizado em 25/02/2018 18:03

Uma década de excelência

 

O reitor do IFB, Wilson Conciani, na inauguração do câmpus Recanto das Emas em 8 de fevereiro(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press )
O reitor do IFB, Wilson Conciani, na inauguração do câmpus Recanto das Emas em 8 de fevereiro (foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press )

 

 

Em 2008, o Instituto Federal de Brasília inaugurou seu primeiro câmpus. Dez anos depois, comemora uma série de conquistas. Apesar de ter sido criado para oferecer educação técnica, vai muito além e tem cursos de graduação, especialização e até mestrado! Apesar disso, a escola ainda é pouco conhecida, de modo que boa parte da população perde a chance de se capacitar gratuitamente nas unidades espalhadas pelo DF

 

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB) completa uma década de atuação este ano com muitos motivos para comemorar: formou mais de 13 mil alunos em nível técnico e superior (entre os quais, inclusive, moradores de rua), tem mais de 18 mil matriculados (mais de 30% dos quais têm renda familiar per capita inferior a meio salário-mínimo; além disso, mais de 300 estudantes da rede têm deficiência) em 122 cursos e coleciona títulos. Outro êxito foi a inauguração do décimo câmpus da rede, no Recanto das Emas, onde serão oferecidas capacitações nas áreas de produção cultural e design — o primeiro curso aberto é o de técnico em produção de áudio e vídeo, com a opção de ensino médio integrado. “Os institutos federais são uma das políticas públicas mais exitosas porque conseguem atender várias camadas da sociedade. Esse processo de expansão e interiorização, com vários câmpus e polos, é importante porque vamos aonde a comunidade está para oferecer capacitação a quem mais precisa”, destaca o diretor do câmpus, Germano Teixeira Cruz.

 

O ensino profissionalizante federal começou há 109 anos e, em Brasília, teve início em dezembro de 2008, com a fundação do IFB — naquele ano, os 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia foram criados simultaneamente, por força da Lei nº 11.892. Marcelo Leite, diretor do câmpus Estrutural, integrou a equipe que trabalhou para criar a instituição. “O DF carecia de escolas da rede federal. Então, o instituto foi um grande avanço”, comenta ele. Técnico em telecomunicações, com licenciatura em eletrônica e pós-graduação em gestão pública e em informática na educação, ele dá aulas em unidades de ensino do tipo desde 1973. Para ele, o grande diferencial de Brasília, em relação ao restante do país, é a forma de ingresso, feita por meio de sorteio para cursos de formação inicial e continuada e de ensino médio. “Enquanto isso, nos outros IFs, é preciso passar por um exame. O governo deve trabalhar com a educação em todos os níveis e para toda a população. Se você filtra os melhores, poucos carentes conseguirão passar. Por meio do sorteio,  gente que não teria acesso a uma estrutura como a nossa tem a chance de estudar — e com qualidade!”, defende.

 

 

Tiago estuda no Gama e, no meio do ano, embarca para um intercâmbio em Portugal(foto: Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press)
Tiago estuda no Gama e, no meio do ano, embarca para um intercâmbio em Portugal (foto: Lanna Silveira/Esp.CB/D.A Press)
 

 

 

Marcelo Leite já foi diretor de três câmpus e observa que o Instituto Federal de Brasília só tem avançado. “Ainda somos uma criancinha. Temos irmãos com 108 anos. Mesmo assim, estamos disputando entre os melhores”, comenta. Marcelo lamenta a falta de conhecimento de boa parte da população com relação à existência do instituto. “As pessoas perdem a chance de fazer cursos totalmente gratuitos em que a forma de ingresso é sorteio (exceto para os de nível superior). Precisamos que nossas vagas sejam divulgadas, porque somos desconhecidos no DF”, conta. Aqueles, porém, que descobriram as escolas da rede, tecem  elogios.

“Quando entrei, eu não conhecia a instituição porque ela era muito nova. Para a qualidade do ensino, ainda é uma escola pouco conhecida”, comenta o estudante do 6° semestre de química do câmpus Gama, Tiago Corrêa, 23 anos. Na época em que prestou vestibular, ele passou tanto no IFB quanto na Universidade de Brasília (UnB).  O jovem preferiu estudar no instituto e não se arrepende. No próximo semestre, fará intercâmbio em Portugal, por meio de convênio acadêmico. “Será a minha segunda viagem pelo instituto, a primeira foi para Porto Seguro (BA). É até difícil de falar, estou muito entusiasmado”, admite.

Oferta variada
O IFB oferece 46 cursos técnicos, 10 superiores tecnológicos, 10 licenciaturas, um bacharelado, uma especialização e um mestrado. Há ainda 16 cursos de formação inicial e 37 cursos de formação continuada. Saiba mais em: www.ifb.edu.br.

Vitórias institucionais
» Vencedor da 8ª edição do prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, em 2015, e da 4ª edição do Concurso de Boas Práticas da CGU, organizado pelo Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), na categoria “Promoção de transparência ativa e/ou passiva”, em 2016.

» Tem uma editora que lançou mais de 40 livros e 10 anais de eventos.
» Criou programas adotados por várias instituições do Brasil e de países como Sudão e Moçambique. O Sistema de Gestão Acadêmica (SGA), por exemplo, é utilizado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal para gerenciar as demandas das escolas técnicas. O Sistema de Gestão Integrado (SGI) é usado pelo Ministério da Educação e por vários institutos da rede federal de educação profissional.


O 10° endereço
Com capacidade para atender 1,2 mil estudantes, a unidade de Recanto das Emas conta com 11 salas de aula, quatro laboratórios de informática, artes e ciências, áudio e vídeo, e edição e editoração. A unidade tem ainda biblioteca e quadra poliesportiva. De acordo com o reitor do IFB, Wilson Conciani, a ideia é que o espaço possa atender a população da região. “Queremos também construir um cinema, que será para a comunidade”, conta. Os servidores do novo câmpus vêm do antigo câmpus Taguatinga Centro. “Lá, não havia espaço. E o Recanto das Emas era uma comunidade desassistida nesse sentido”, destaca o diretor da unidade, Germano Teixeira Cruz. A área escolhida para receber o câmpus foi cedida pelo Governo de Brasília. Era um prédio abandonado que estava sendo usado por usuários de crack. “Não estamos só colocando mais uma escola, mas uma que transforme vidas”, comemora Conciani.

 

Ex-alunos soltam o verbo

 

 

(foto: Arquivo Pessoal)
(foto: Arquivo Pessoal)
 

 

 

Sucesso acadêmico
Zeca fez cursos técnico e superior no IFB e, hoje, é doutorando da Unesp

Engana-se quem pensa que os institutos federais formam apenas para carreiras técnicas. Aos 23 anos, Josemar Gonçalves de Oliveira Filho, conhecido como Zeca, é aluno de doutorado em ciência dos alimentos na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Quando ingressou no curso técnico em agroindústria do IFB, nem imaginava que seguiria a vida acadêmica. “Estudei em escola pública que não tinha laboratório. Nunca havia participado de eventos científicos”, diz.

Depois de se formar, fez um curso superior em agroecologia, todos em Planaltina, o mais ancião dos câmpus brasilienses. “O IFB abriu muitas portas. Tive muitas oportunidades a partir disso.” Na trajetória acadêmica, o jovem conquistou 10 prêmios como bolsista de programas de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibic/Pibit). “O IFB tem uma pesquisa mais aplicada, pensando principalmente em inovação”, elogia. Zeca fez mestrado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (IF Goiano). “Se hoje eu consegui entrar em umas das melhores universidades do país, é porque o ensino dos IFs é muito bom”, aponta.

 

 

(foto: Arquivo Pessoal)
(foto: Arquivo Pessoal)
 

 

No comando de cozinhas

Michelle estudou no IFB Riacho Fundo e hoje coordena cozinheiros em Pirenópolis

 

Chef na pousada Villa das Pedras, em Pirenópolis (GO), Michelle Silva, 31 anos, comanda o preparo de refeições para até 300 pessoas por dia. Quem a vê hoje, tão desenvolta entre ingredientes, cozinheiros e panelas, não imagina que ela “esbarrou” com o curso técnico em cozinha do câmpus Riacho Fundo por acaso. “Eu cursava educação física, mas tinha percebido que não era aquilo que eu queria e estava procurando uma graduação em gastronomia, quando descobri o IFB. Consegui minha vaga pela segunda chamada do sorteio”, lembra. Para poder fazer o curso, ela deixou um emprego como coordenadora de faturamento, mas não ficou muito tempo fora do mercado. “No segundo semestre, comecei a fazer estágio no restaurante Griletto. Gostaram do meu trabalho e fui contratada”, relata.

“Depois, fui para o Hotel Mercure. Mais para a frente, tive de sair porque estava no fim do curso e ficou muito pesado conciliar”, recorda. Depois de formada, ela passou a trabalhar no restaurante Maxmassa, já como chef de cozinha. “Então, recebi um convite para fazer uma consultoria em Pirenópolis e acabei sendo contratada pela pousada”, conta. “O ensino do IFB é excelente. O curso é muito completo e profundo. A pessoa sai pronta para trabalhar. As aulas me deram toda a base. Eu vou fazer curso superior tecnológico nessa área só por causa do diploma, porque essa é a única diferença”, opina.


Orçamento

Flutuações de verba

Entre 2016 e 2017, houve corte de R$ 3,2 milhões nos recursos destinados ao IFB. Para 2018, porém, a previsão é de aumento de R$ 6,2 milhões. De acordo com o reitor do IFB, Wilson Conciani, a redução foi prejudicial para a manutenção das unidades, mas pondera que a situação está sendo contornada. “Procuramos nos empenhar na qualificação de servidores, professores e técnicos para minimizar os problemas financeiros. Acreditamos que é um momento de transição. A economia mostra sinais de melhora e devemos conseguir a verba necessária para manter essa qualidade, que está entre as melhores do mundo”, destaca, fazendo referência ao fato de o Brasil ter vencido a última edição da World Skills (maior competição de educação técnica do mundo), em 2015.

Confira quanto o Ministério da Educação reservou para o IFB ao longo dos anos:

2016
R$ 25.268.594,77

2017
R$ 21.995.464,99

2018
R$ 28.268.995,82


NÚMEROS

 13.776
Número de graduados

18.167
Número de alunos
 matriculados

R$ 12 milhões
Quanto, em média, custou a
construção de cada câmpus

R$ 14 mil
Quanto o IFB gasta por
estudante em um ano

 

 

Projetos reconhecidos 

Conheça algumas das iniciativas desenvolvidas pela escola 

 

 

(foto: IFB/Divulgação)
(foto: IFB/Divulgação)
 

 

 

ConectaIF
O IFB organiza uma grande feira de educação profissional, científica e tecnológica: o ConectaIF. O evento reúne pessoas de diferentes áreas de atuação que podem conversar e fechar parcerias. Oficinas, mostras, workshops, rodas de conversa, protótipos de produtos, arte, cultura, desafios, palestras, competições, exposições e resultados de pesquisas estão entre os atrativos da programação. Em 2017, 50 mil pessoas de 23 IFs de todo o país participaram do evento. A edição deste ano ocorrerá entre 6 e 10 de agosto no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Informações: conectaif.ifb.edu.br.

 

 

(foto: Arthur Menescal/Esp.CB/D.A)
(foto: Arthur Menescal/Esp.CB/D.A)
 

 

 

Relíquias de mobiliário restauradas
Uma parceria com o Palácio do Itamaraty garantiu que estudantes do curso técnico em móveis pudessem visitar a embaixada do Brasil, em Roma. Dessa forma, os alunos embarcaram para a capital italiana para fazer o trabalho de restauro em móveis. Alunos desse curso também reformaram peças do Brasília Palace Hotel (foto), que haviam sido danificadas por um incêndio quatro décadas atrás..

 

 

(foto: IFB/Divulgação)
(foto: IFB/Divulgação)

 

 

Inspiração finlandesa
Os câmpus Ceilândia e Samambaia oferecem aos estudantes a oportunidade de projetarem ideias e pensarem em negócios. As práticas e aprendizados de empreendedorismo são feitos com a orientação de professores das áreas de engenharia e gestão, seguindo práticas metodológicas vindas da Finlândia. A partir disso, surgiram inventos como fliperama feito com materiais recicláveis (foto), automatizador residencial por meio de smartphones, controlador de água para aparelho de ar-condicionado e auxiliador de ultrapassagem em ponto cego para motociclistas.

 

 

(foto: IFB/Divulgação)
(foto: IFB/Divulgação)

 

 

Casa de vegetação
Alunos do câmpus Samambaia construíram uma casa de vegetação, projetada a partir de resíduos da unidade. A ideia faz parte das atividades do curso técnico em controle ambiental. A estrutura permitirá a produção de mudas de plantas do cerrado para recuperação de áreas degradadas, além da produção de ervas medicinais com viés etnobotânico.

 

 

(foto: IFB/Divulgação)
(foto: IFB/Divulgação)

 

 

Internacionalização e capacitação
Alunos de cursos técnicos e superiores do IFB são estimulados a fazerem intercâmbios nacionais e internacionais por meio de programas da instituição. Entre os 1,2 mil servidores, 300 receberam incentivo para fazerem mestrado e doutorado. Em convênios com outros países, o instituto contribuiu com a formação de professores de Benin, Sudão, Moçambique e Suriname.

 

 

(foto: IFB/Divulgação)
(foto: IFB/Divulgação)

 

 

Parcerias de mercado
Por meio de pesquisa e da integração com empresas, o IFB criou a Fabin (Fábrica de Ideias Inovadoras), que estimula os estudantes, com o acompanhamento de professores e técnicos, a buscarem soluções para demandas reais de setores como o da construção, de mobiliário, de agropecuária e de alimentação.

Linha do tempo
O instituto em 10 anos

2007
» Inauguração do Colégio Agrícola de Planaltina, que se transformou na Escola Técnica Federal de Brasília e, mais tarde, no câmpus Planaltina

2008
» Fundação do IFB
» Inauguração do câmpus Planaltina, em dezembro

2009
» Inauguração do câmpus Taguatinga, em agosto, e do câmpus Brasília, em outubro
» Formou 176 alunos

2010
» Inauguração do câmpus Samambaia, em março, e do câmpus Gama, em julho
» Formou 707 alunos

2011

» Inauguração dos câmpus Riacho Fundo e São Sebastião, em outubro
» Formou 611 alunos

2012
» Inauguração do câmpus Taguatinga Centro (extinto), em fevereiro, e do câmpus Estrutural, em março
» Formou 1.236 alunos

2013
» Inauguração do câmpus Ceilândia, em julho
» Formou 2.917 alunos

2014
» Formou 1.820 alunos

2015
» Formou 2.740 alunos

2016
» Formou 1.771 alunos

2017
» Formou 1.798 alunos

2018
» Inauguração do câmpus Recanto das Emas, em fevereiro, remanejando servidores do extinto câmpus Taguatinga Centro

Oportunidade
O IFB está com inscrições abertas em seis câmpus para curso técnicos em eventos (Brasília) e em edificações (Samambaia); ensino médio integrado ao técnico em manutenção automotiva (Estrutural) e em agroindústria (Planaltina); Proeja em artesanato (Taguatinga) e administração (Gama). Todas as oportunidades são inteiramente gratuitas e o candidato precisa comparecer ao câmpus ofertante do curso desejado até sexta-feira (2). As vagas serão preenchidas por ordem de chegada. Saiba mais em: www.ifb.edu.br.

 
Por dentro de cada um dos câmpus

Conheça os cursos oferecidos em cada uma das unidades. As oportunidades técnicas são preenchidas por meio de sorteio eletrônico. No caso dos cursos superiores, o ingresso é por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), utilizando a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Saiba mais: www.ifb.edu.br.


Câmpus São Sebastião
Endereço: Área Especial 2, Bairro São Bartolomeu
Telefone: 2193-8130
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: em administração e  secretariado
Técnico: em secretariado escolar
Superior:  licenciatura em letras (língua portuguesa), pedagogia e  tecnologia em secretariado
Formação inicial e continuada: auxiliar administrativo e cuidador de idosos

Câmpus Planaltina
Endereço: Rodovia DF 128, Km 21
Telefone: 2103-2653
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: em agropecuária
Técnico: em agroindústria
Superior: licenciatura em biologia e tecnologia em agroecologia
Formação inicial e continuada: em boas práticas para manipular alimentos, padeiro e confeiteiro

Câmpus Gama

Endereço: Lote 1, DF 480, Setor de Múltiplas Atividades
Telefone: 2103-2250
Oferta de cursos:
Técnico  integrado ao ensino médio: em alimentos e em química
Técnico:  em agronegócio, cooperativismo e em logística
Superior: licenciatura em química, tecnologia em alimentos e tecnologia em logística
Proeja: técnico em administração

Câmpus Samambaia
Endereço: Subcentro Leste, Complexo Boca da Mata, Lote 1
Telefone: 2103-2300
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: controle ambiental e design de móveis
Técnico: em controle ambiental e edificações
Superior: licenciatura em educação profissional
Formação inicial e continuada: em desenho técnico (mobiliário, nível básico), AutoCad (básico), história  da arte, práticas de gestão de curso de formação inicial e continuada, micro e pequenas empresas, inglês elementar, espanhol iniciante e espanhol preparatório para o  Diploma de Espanhol como Língua
Estrangeira (Dele)
Proeja: técnico em edificações

Câmpus Riacho Fundo
Endereço: Fazenda Sucupira, Av. Cedro, AE 15, QS 16
Telefone: 2103-2300
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: em cozinha e hospedagem
Técnico: em panificação
Superior: em licenciatura em letras - inglês
Formação inicial e continuada: em comunicação oral e escrita em língua portuguesa, sommelier de cerveja, cerimonial e mestre, cerimonial, avaliador de imóveis, condutor cultural local e informática
Proeja: técnico em restaurante e bar

Câmpus Taguatinga
Endereço: QNM AE 1
Telefone: 2101-2200
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: em eletromecânica, comércio, manutenção e suporte em informática
Técnico: em vestuário
Superior: licenciatura em física, tecnologia em automação industrial, tecnologia em design de moda e bacharelado em ciências da computação
Formação inicial e continuada: aprendiz de mecânica e manutenção, assistente de produtos de moda, teoria e história da arte, formação básica de tradutores / intérpretes de libras e educador social
Proeja: técnico em artesanato

Câmpus Ceilândia

Endereço: QNN 26 AE S/N, entre a UnB e o Metrô Ceilândia
Telefone: 2103-2170
Oferta de cursos:
Técnico integrado ao ensino médio: em eletrônica e em equipamentos biomédicos
Superior: licenciatura em letras para língua espanhola
Formação inicial e continuada: gestão e práticas empreendedoras para micro e pequenas empresas, espanhol básico, informática básica para a terceira idade e informática básica

Câmpus Brasília
Endereço: SGAN 610, Módulos D, E, F e G
Telefone: 2193-8050
Oferta de cursos:
Técnico:  em eventos, informática e em serviços públicos
Superior: licenciatura em dança, tecnologia em eventos, tecnologia em  gestão pública, tecnologia em processos gerenciais e  tecnologia em sistemas para internet
Pós-graduação: especialização em gestão pública e mestrado em educação profissional e tecnológica

Câmpus Recanto das Emas
Endereço: Avenida Monjolo, Quadra 300, Conjunto 52
Telefone: 2196-2050
Oferta de curso:
Técnico: em áudio e vídeo

Câmpus Estrutural
Endereço: Quadra 16, Área Especial 1, SCIA/Cidade do Automóvel
Telefone: 2103-2160
Oferta de cursos por nível:
Técnico: em manutenção automotiva
Superior: licenciatura em matemática
Formação inicial e continuada: auxiliar administrativo, inglês e espanhol básico

Três perguntas para

Bernardo Kipnis

 

 

(foto: Arquivo Pessoal)
(foto: Arquivo Pessoal)

 

 

Professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), doutor em
educação pela Universidade de Londres, pesquisador de políticas públicas e gestão da educação profissional e tecnológica

O que significou para Brasília passar a ter um instituto federal?
O modelo dos institutos federais tem um desenho interessante e inovador do ponto de vista da proposta de educação profissional. A possibilidade de expansão para entrar em outras regiões de Brasília e não ficar somente no Plano Piloto foi positiva e acabou dando uma unidade maior para a educação como política pública. De maneira geral, houve avanço nesse sentido.

Com uma década de existência, o IFB pode competir de igual para igual com outras unidades mais antigas no restante do país?
Há escolas agrotécnicas e Cefets (Centros Federais de Educação Tecnológica) com muito mais história. Mas o fato de o IFB ser novo pode ser bom porque ele não tem uma tradição conservadora, que impediria a inovação. Então eu não vejo o tempo de fundação como problema. Os outros institutos têm câmpus antigos e outros mais recentes, o que dificulta a gestão. É preciso aproveitar isso.

Entre 2016 e 2017, o orçamento destinado ao IFB teve um corte. O que isso acarretou?
Restrições envolvem manter tudo com menos recursos, devido à crise orçamentária. Isso até pode ajudar a instituição a ser mais eficiente e a fazer as coisas com menos dinheiro. Em termos de expansão, o IFB já adquiriu uma dimensão boa, a questão agora é manter. 

 

 

 

*Estagiária sob supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa

 

 

 

 

 

 

 

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