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Correio Braziliense CONJUNTURA

Jovens são os que têm mais dificuldade de conseguir emprego

Eles também são os que têm mais facilidade de serem mandados embora. As pessoas de 17 a 24 anos são 41% dos sem trabalho no DF. Nacionalmente, a taxa de desemprego entre eles está em 26%


postado em 03/04/2019 14:00 / atualizado em 03/04/2019 19:35

Jovem e desempregado

Que o desemprego ainda é um problema latente não restam dúvidas. O número das pessoas sem trabalho voltou a aumentar  e passa de 13,1 milhões. Sair dessa situação é um desafio ainda mais difícil se você tem entre 18 e 24 anos. Esse é o cenário revelado por Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo, feito com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mostra que, enquanto a taxa de desemprego de forma geral está em 11%, entre os jovens, a estatística sobe para 26% — mais do que o dobro. Eles também são os que têm mais chance de serem despedidos.


No Distrito Federal, a realidade também é grave para os mais novos. Segundo a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), os jovens correspondem a 41% dos 314 mil desempregados. Desse total, 76,9% são negros; e 54% são mulheres. Paulo Adriano de Brito, 24 anos, sente na pele a dificuldade de encontrar trabalho. Formando em relações internacionais pela Universidade de Brasília (UnB) há dois anos e meio, ele só teve ocupações de curta duração e nunca na área de formação. Há três meses, está sem emprego. “Acho que quem se formou nos últimos dois anos pegou um vácuo de poucas oportunidades; então, ainda não tem experiência, o que dificulta a contratação”, diz.
 
 
"Acho que quem se formou nos últimos dois anos pegou um vácuo de poucas oportunidades; então, ainda não tem experiência, o que dificulta a contratação" Paulo Adriano, 24 anos, graduado em relações internacionais, aluno de administração (foto: Aline Rocha/Esp.CB/D.A Press )
 
Durante a graduação, ele fez estágios, o que acredita ser algo positivo. “Eu me arrependo de não ter me formado estagiando porque muitos dos meus colegas que estão trabalhando foram efetivados nos próprios estágios. Acaba sendo até mais importante para a formação profissional”, afirma. Para conseguir se destacar e conseguir uma vaga, Paulo agora faz uma segunda graduação em administração, também na UnB. “É um diferencial para o mercado de trabalho”, explica.
 
 
"Depois de tanto tempo procurando emprego, acho que vou apostar no concurso público, mesmo sendo difícil passar" Mariana Albuquerque, estudante de pedagogia, estagiária (foto: Aline Rocha/Esp.CB/D.A Press )
 
A estudante de pedagogia Mariana Albuquerque, 22 anos, sabe da importância dos estágios para conseguir trabalho após a formatura. No entanto, ela queria trabalhar desde já. No último semestre do curso e fazendo estágio, ela procura emprego desde 2018, mas ainda não conseguiu. “Eu acho que é pela falta de experiência. Por mais que eu tenha feito estágios, não é a mesma coisa. Depois de tanto tempo procurando, acho que vou apostar no concurso público, mesmo sendo difícil passar”, afirma.

Cenário crítico 

 

"Com a crise, esse distanciamento ficou maior. Piorou para todo mundo, mas piorou mais para os mais novos. A gente estava tendo alguns indicativos de que a situação estava melhor. Mas esse último dado da Pnad mostra que não. A taxa até caiu, mas porque o jovem parou de procurar emprego, não porque houve aumento na empregabilidade" Maria Andréia Lameiras, pesquisadora do Grupo de Conjuntura do Ipea (foto: Ipea/Divulgação)
 

Historicamente, o jovem tem mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho. É o que afirma Maria Andréia Lameiras, pesquisadora do Grupo de Conjuntura do Ipea. No entanto, ela observa que, nos últimos tempos, a situação tem se agravado. “Com a crise, esse distanciamento ficou maior. Piorou para todo mundo, mas piorou mais para os mais novos”, explica. “A gente estava tendo alguns indicativos de que a situação estava melhor. Mas esse último dado da Pnad mostra que não. A taxa até caiu, mas porque o jovem parou de procurar emprego, não porque houve aumento na empregabilidade”, ressalta. De acordo com Maria Andréia, isso acontece devido à percepção de que não adianta procurar vaga.

O quadro ainda é mais drástico. Os jovens, além de serem os que têm a maior dificuldade para conseguir uma oportunidade, têm a maior probabilidade de serem mandados embora. Esse problema não é nenhuma novidade, já que são eles que têm menos experiência. Países da Europa têm desenvolvido políticas públicas para facilitar o ingresso dessas pessoas no mercado de trabalho e, assim, resolver a questão. De acordo com Luciano Maia, diretor da consultoria Lee Hecht Harrison (LHH) na Região Centro-Oeste, o grande problema é que o nosso país ainda não se recuperou da crise. “Nossa situação é muito sensível no que diz respeito à empregabilidade. Esse crescimento de 1% na economia é insignificante e irrisório, além de incapaz de absorver os novos ingressantes no mercado de trabalho”, diz.

Além disso, ele explica que a diminuição do desemprego não necessariamente quer dizer que a empregabilidade aumentou, já que muitas pessoas deixam de constar nas estatísticas por terem parado de procurar emprego. Essa avaliação também é feita por João Cosenza, consultor e fundador do Instituto Gestão Consciente. “A economia ainda não está dando sinais de um crescimento sustentável porque há várias inseguranças”, avalia. Em uma situação de poucas vagas, de acordo com Luciano, a concorrência fica ainda maior. É só observar as recentes filas gigantescas para entregas de currículo. Devido a isso, o empregador acaba por ter mais opções de escolha e pode optar por alguém mais qualificado que, por estar há bastante tempo na busca por uma oportunidade, aceita receber menos do que deveria.

Expectativas rebaixadas

 

"É mais fácil demitir um jovem do que um funcionário que tem tempo de casa, pelo valor da rescisão. Outro ponto: será mantido no quadro o que tiver mais competências e nisso o jovem quase sempre vai perder"Luciano Maia, diretor da LHH no Centro-Oeste (foto: Arquivo Pessoal)
 

Uma pesquisa feita pela plataforma de recrutamento digital Revelo mostrou que a frequência de recusas de ofertas de emprego por causa de salário é 30% menor entre os millennials (geração Y) em relação às outras gerações. No fim de 2014, 38% das pessoas com ensino superior e idade entre 24 a 35 anos tinham empregos abaixo do seu nível de qualificação. No último trimestre, esse percentual chegou a 44,2%. “O contratante tem a possibilidade de fazer uma superseleção. Isso faz com que pessoas com muita qualificação aceitem remunerações baixas. E em uma disputa com alguém inexperiente, o veterano ganha na hora”, explica o administrador pela Universidade Católica de Brasília (UCB) Luciano Maia.

Para João, o grande problema está exatamente na falta de qualificação do jovem. “A questão da educação no Brasil é muito séria. Eu não sinto que as universidades estão formando pessoas atualizadas com o que está acontecendo no mundo. Tem várias profissões para as quais não há pessoas preparadas. Não sei se é a questão da falta de emprego ou a falta de qualificação. Estou achando que são as duas coisas”, aponta o gestor de negócios pelo Ibmec. Dessa forma, há uma barreira para que jovens entrem no mercado de trabalho. E os que conseguem uma vaga ainda têm de lidar com uma maior probabilidade de serem desligados. “É mais fácil demitir um jovem do que um funcionário que tem tempo de casa, pelo valor da rescisão. Outro ponto: será mantido no quadro o que tiver mais competências e nisso o jovem quase sempre vai perder”, explica Luciano.

“O jovem acaba sendo um dos últimos a entrar na empresa. Então, quando você toma a decisão de demitir é muito mais fácil que seja ele a sair”, acrescenta Maria Andréia Lameiras, do Ipea. Há temor de que o quadro se agrave ainda mais caso a reforma da Previdência seja aprovada. O texto, da forma que está, estimula a contratação de aposentados, com incentivos fiscais. Para João, isso pode até acontecer, mas se o país estiver melhor economicamente, não. “Você tem um ambiente propício, mas, com o ambiente econômico melhor, gera mais oportunidades, inclusive para os mais novos.” Nessa história, perde o jovem e perde a empresa, já que ter pessoas novas em seu quadro pode trazer inovação e outras vantagens. “É possível investir na formação dos novatos, o que é muito bom. Tem todo o gás, a vontade de aprender. Mas nem todo gestor tem esse pensamento”, lamenta João.

Como mudar esse cenário? 
Em países da Europa, há um diagnóstico de que o jovem está fora do mercado de trabalho por não ter as qualificações exigidas. Assim, muitos têm adotado uma postura de incentivar a formação dessa população. Na Dinamarca, o Sistema Público de Emprego recebe uma notificação quando o jovem está há três meses sem emprego. Após seis meses, ele é encaminhado para algum programa de qualificação. A Alemanha, por sua vez, oferece uma educação profissional paralela à educação básica. No Brasil, as políticas públicas para garantir a empregabilidade dos jovens incluem o Programa Jovem Aprendiz, que beneficia aqueles com idade entre 14 e 24 anos; a Lei de Estágio, que tem como intuito preparar o estudante para a vida profissional com acompanhamento pedagógico; e os programas de trainee. que são regidos pela Consolidação da Leis do Trabalho (CLT), tendo como público-alvo jovens recém-formados.

Chances disputadas
Após o Sindicato dos Comerciários e Prefeitura de São Paulo anunciar a oferta de 6 mil vagas em um mutirão de emprego, milhares de pessoas formaram, por dois dias consecutivos, uma fila enorme no Vale do Anhangabaú, no Centro de São Paulo, na última semana. Em Brasília, 2.500 pessoas amanhecem em fila por emprego em restaurante, em Planaltina, depois do anúncio de 100 vagas, também na última semana.

Em busca de uma vaga

 

"Tem muitos jovens que estão perdidos. Não adianta optar por uma área só porque ela está contratando muito porque ela pode não ser o seu desejo. É preciso conversar com pessoas, investigar as carreiras"João Cosenza, consultor do Instituto Gestão Consciente (foto: Gestão Consciente/Divulgação)
 

Para João Cosenza, o jovem precisa assumir o protagonismo para conseguir uma oportunidade. “Tem muitos que estão perdidos. Não adianta optar por uma área só porque ela está contratando muito porque ela pode não ser o seu desejo. É preciso conversar com pessoas, investigar as carreiras”, diz. “Na hora da entrevista, muitas vezes, esses jovens nem pesquisaram sobre a empresa. A mentalidade tem que mudar. Muitos poderiam estar empregados se tivessem vontade de aprender”, enfatiza. Luciano Maia recomenda que, na hora de buscar uma colocação, a pessoa seja mais ativa. “Os classificados e sites de busca de vaga não são os melhores métodos no cenário em que estamos. O caminho mais recomendado é aquele que antigamente era malvisto: o QI, ou quem indica. A recomendação ainda é a melhor porta”, afirma.

“Não só o mercado deixou de ter preconceito por indicações como passou a valorizá-la, porque é como se ele tivesse um fiador”, compara. “Para conseguir isso, a busca por bons relacionamentos é importante”, diz. “Faça um belíssimo currículo, monte sua marca pessoal e vá atrás daquele tio que é empresário, o cunhado que é advogado, o amigo do pai que é diretor de escola, e peça mesmo, na cara de pau”, sugere. “Tome coragem, diga que está procurando emprego, entregue o currículo e se ofereça como um profissional disponível”, aconselha. Além do cenário complicado, João afirma que essa nova geração tem uma visão diferente de emprego. “Tem muita informalidade. Muitos jovens querem ser empreendedores”, explica, Por isso, não necessariamente entrarão no mercado formal.
 
 
 
 

De qualquer forma, de acordo com ele, é necessário o autodesenvolvimento. E uma forma de alcançá-lo são experiências como trainee, estágio e jovem aprendiz. “Eu acredito muito nesses programas. É um excelente caminho para procurar o primeiro emprego. Você tem que buscar se desenvolver”, afirma. De acordo com a pesquisadora Maria Andréia Lameiras, o cenário só mudará com a melhora da economia e, quando isso acontecer, os que buscaram se qualificar, terão vantagem. “A gente precisa começar a gerar emprego e isso só acontece quando a economia voltar a crescer. Temos muita gente boa desempregada, com escolaridade e com experiência, esses vão ser os primeiros abarcados. Depois que esse contingente for absolvido, aí eu consigo empregar os jovens”, afirma.

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*Estagiária sob a supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa   

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