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Correio Braziliense MERCADO DE ENTREGAS

Empresas surfam a onda da busca por comodidade e revolucionam delivery

A entrega de produtos não é novidade, mas a modalidade ganha nova cara por meio de apps e startups que perceberam a busca cada vez maior do cliente por comodidade


postado em 21/07/2019 11:54 / atualizado em 22/07/2019 15:19

"Nós estamos caminhando para uma economia sem intermediários, aproximando o consumidor do servidor", conta Valdir Oliveira (foto: Sebrae DF/Divulgacao )
O pão fresquinho da padaria, as compras do mês, suas frutas preferidas e até a pasta que esqueceu no trabalho podem chegar às suas mãos sem que você tenha de sair de casa. A economia compartilhada e o mercado de delivery estão cada vez maiores e diversos, trazendo comodidade ao público, como observa o diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF), Valdir Oliveira.
 
“Na verdade, esse crescimento vem acontecendo há um tempo. Mas, em 2018, teve a explosão do mercado e a tendência é de um grande aumento”, afirma. Brasília está seguindo o movimento do resto do mundo, com a criação de startups e com a reestruturação de empresas tradicionais para oferecer esse tipo de serviço. “Nós estamos caminhando para uma economia sem intermediários, aproximando o consumidor do servidor”, reconhece Valdir. E, no mercado de entregas brasiliense, não poderia ser diferente.
 
 

Tendência veio para ficar

Jane Moo é mestre em inovação, design e estratégia pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e atua como gestora de projetos na Stylus Brasil, empresa de consultoria focada em tendências e inovação. Ela informa que a internet trouxe uma cultura de reações imediatas para as pessoas e, atualmente, o mercado é impulsionado por isso. 

"Hoje em dia, com o imediatismo da comunicação, os consumidores têm urgência em receber o que compram, e as empresas de entrega chegaram para cuidar disso", afirma Jane Moo, mestre em inovação, design e estratégia (foto: Stylus Brasil/Divulgacao)
 

“Hoje em dia, com o imediatismo da comunicação, os consumidores têm urgência em receber o que compram, e as empresas de entrega chegaram para cuidar disso”, afirma. Jane acredita que o crescimento de startups do ramo é inevitável. “Ainda vão surgir outras formas de delivery, e isso não vai acabar de uma hora para a outra.”

 

"Hoje em dia, em vez de contratar uma pessoa, você pode compartilhar um serviço com centenas de usuários", conta Bruno Pinheiro, CEO da Be Academy (foto: Be Academy/Divulgacao)
Para Bruno Pinheiro, CEO e fundador da Be Academy — empresa brasileira de tecnologia educacional focada em negócios digitais —, os estabelecimentos que já estão no mercado há algum tempo devem inovar e se reinventar para acompanhar o mercado. “Se pararmos para pensar, as entregas já existiam, mas eram muito caras. Hoje em dia, em vez de contratar uma pessoa, você pode compartilhar um serviço com centenas de usuários”, afirma.

 
Bruno é formado em publicidade e propaganda pela Universidade Paulista (Unip) e em branding pelas Faculdades Integradas Rio Branco. Segundo ele, descentralizar o poder de grandes grupos e dar aos autônomos é uma inclinação da economia compartilhada e um caminho sem volta. Jane Moo concorda: “Esse modelo tem uma tendência de acesso, e não de posse”.
 

Trabalho com delivery: Conheça empreendedores e autônomos  que aproveitam as oportunidades de serviços de entrega especializados

Simples, inovador e quentinho 

Em três dias da semana, Carolina Batista abre a porta de entrada de casa e depara com uma sacola de pães pendurada na maçaneta. Não, não é obra de magia. É resultado de uma iniciativa de Diogo Lourenço que, aos 33 anos, criou uma startup de entrega de pães em domicílio no Lago Norte, na Asa Norte e no Noroeste.
 
“Minha esposa gosta bastante de pão e eu comprava todo dia, mesmo na correria, porque fazia muita diferença. Então, percebi que havia uma oportunidade de negócio”, conta o servidor público, que é sócio majoritário da empresa, mas não gerente. Segundo ele, o trabalho de ir à padaria era grande e não havia solução no mercado, então não demorou muito para a ideia surgir.
 
"Minha esposa gosta bastante de pão e eu comprava todo dia, mesmo na correria, porque fazia muita diferença. Então, percebi que havia uma oportunidade de negócio" Diogo Lourenço, idealizador da Pão em Casa (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
 
Com cerca de um ano pensando e se capacitando, Diogo, que é formado em ciência política e cursa direito, deu vida à Pão em Casa. A startup ainda está em período de teste, mas, após dois meses, já conta com quase 100 clientes, três padarias parceiras e quatro colaboradores. Os interessados fazem uma assinatura mensal de acordo com os dias e as unidades de pães que pretendem receber. Diogo, então, busca o alimento nos estabelecimentos e, com a ajuda de três porteiros, distribui para os clientes. Ele calcula que, caso consiga aumentar a clientela, é possível ter lucro de R$ 1 mil mensalmente trabalhando apenas uma hora por dia.
 
Diogo deixa pão na casa dos clientes até as 7h(foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
Diogo deixa pão na casa dos clientes até as 7h (foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
 
“Qualquer um pode fazer o que eu estou propondo. Já tem demanda e pedidos de franquia em várias regiões de Brasília e até em outros estados. Mas, para isso dar certo, você precisa de parceiros”, percebe Diogo. Segundo ele, o modelo de negócio é colaborativo e um dos objetivos é trazer conforto e economia de tempo para as pessoas. O outro intuito tem relação com os trabalhadores. “Eu entendi que empreender é gerar renda e emprego, colaborando com o desenvolvimento econômico e social.”
 
Carolina Batista é cliente da Pão em Casa e recebe pães fresquinhos toda semana(foto: Arquivo Pessoal)
Carolina Batista é cliente da Pão em Casa e recebe pães fresquinhos toda semana (foto: Arquivo Pessoal)
Para a cliente Carolina Batista, 27 anos, o serviço faz muita diferença no dia a dia dela e do marido. “A minha rotina é muito corrida. Então, às vezes, eu saía do trabalho, ia resolver coisas na rua e esquecia de passar na padaria, mesmo com uma na minha quadra”, relata. Com formação em gestão pública e pós-graduação em relações sociais, Carolina é bolsista do Ministério da Saúde e afirma que a economia não é só de tempo. “A gente abre a porta, e o pão fresquinho está lá. Entramos, tomamos café da manhã e ainda não precisamos gastar dinheiro com comida na rua”, comemora.
 
Com pedidos de franquia por vários estados brasileiros, Diogo está planejando escrever um e-book sobre o modelo de negócio da Pão em Casa. O objetivo é vender para interessados em empreender no ramo e ganhar R$ 250 por semana trabalhando apenas uma hora por dia, de segunda a sexta.
 
Saiba mais 
Interessados podem contatar o serviço enviando mensagem para o Instagram @paoemcasabsb ou para o WhatsApp 9 8193-6090. Também é possível ligar e conferir o site!

Do supermercado para a casa do cliente: proposta de negócio cativante

Já teve uma semana corrida e não conseguiu separar tempo para fazer as compras da casa? Essa é uma situação comum para várias pessoas. Em outros casos, o motivo pode até ser estresse ou dificuldade de locomoção. Foi pensando nisso que Edmilson Faria, 44 anos, e a irmã Josy Faria, 37, decidiram criar uma plataforma para fornecer comodidade e economia de tempo para quem não quer ou não consegue ir ao mercado. “A ideia surgiu da própria necessidade porque o acesso a supermercados onde eu moro é difícil e eu não gosto de pegar fila, lidar com o trânsito e ficar perdido em corredores de produtos”, explica Edmilson, que mora no Jardim Botânico.
 
A ideia surgiu da própria necessidade porque o acesso a supermercados onde eu moro é difícil e eu não gosto de pegar fila, lidar com o trânsito e ficar perdido em corredores de produtos
A ideia surgiu da própria necessidade porque o acesso a supermercados onde eu moro é difícil e eu não gosto de pegar fila, lidar com o trânsito e ficar perdido em corredores de produtos" Edmilson Faria, idealizador da InstaShop (foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
 
Os irmãos trabalham com uma plataforma adaptada com mais de 5 mil itens em que o cliente monta a lista de compras ou envia por mensagem no WhatsApp. Assim que o pedido é recebido, o shopper — pessoa cadastrada que compra e entrega os produtos — mais perto da região é localizado e segue para o supermercado escolhido, sempre em contato direto com o cliente. Segundo Edmilson, a empresa conta com 10 shoppers, além de colaboradores e desenvolvedores e, em poucos dias, a plataforma contará com uma loja virtual da Cooperativa do Mercado Orgânico do Ceasa. O negócio está incubado no Centro Universitário Iesb, onde recebe ambiente físico e assessoramento.

Em apenas um mês de operação, a InstaShop já tem 50 clientes cadastrados e faz parte das startups que mais agregam valor ao mercado de alimentação no Brasil, segundo relatório da aceleradora de startups Liga Insights. “Acredito que o motivo para o sucesso da InstaShop é a conveniência, tanto para quem consome quanto para quem presta o serviço”, afirma Edmilson, que se formou em ciências da computação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e fez mestrado em informática na Universidade de Brasília (UnB). Ele atua como professor da pós-graduação de banco de dados do Centro Universitário Iesb.
 
A cliente Marici, com a filha Ana Beatriz, já é fã do serviço (foto: Arquivo Pessoal)
A cliente Marici, com a filha Ana Beatriz, já é fã do serviço (foto: Arquivo Pessoal)

Cuidar da filha de apenas 3 anos de idade, trabalhar e ainda ter tempo de ir ao mercado era um desafio para a fisioterapeuta Marici Sanches, 41 anos. Desde que encontrou a InstaShop, a moradora do Lago Norte fez cerca de 10 compras pela plataforma. “Quando eu saio do trabalho, tenho que buscar minha filha na escola. Esse tempo que eu estaria no mercado fazendo compras, agora posso gastar com ela”, conta Marici, que recomenda o serviço.
 
Saiba mais
Para se cadastrar e comprar remotamente, 
 
 

Qualquer coisa a qualquer momento 

Entregar documento, sacar dinheiro e até comprar uma casa de gato. Esses são alguns dos pedidos mais inusitados que Noel Arcanjo atendeu enquanto entregador do aplicativo Rappi. Mas há entregadores que atenderam a requisitos ainda mais chamativos: como levar camisinhas e itens de sex shop. Em 2018, o brasiliense resolveu trocar o trabalho na área de contabilidade de um escritório (ele chegou a cursar, mas não completar faculdade na área), que já não cobria mais as despesas, para passar a atuar no mercado de delivery.

“No aplicativo, eu consigo fazer R$ 4 mil por mês e sustentar a minha família”, conta. Segundo Noel, a diferença entre os dois trabalhos é imensa, principalmente em relação à carga horária: “Agora eu posso fazer o meu horário e ir embora assim que eu completar a minha meta pessoal.” Com 23 anos de idade, Noel acredita que o delivery está se expandindo cada vez mais, tanto em número de entregadores quanto em pedidos. Comida e farmácia são as áreas com maior compra e, às vezes, ele entrega produtos de supermercado e documentos. “Alguns clientes também pedem para a gente sacar dinheiro no cartão pré-pago da Rappi e levar até eles, que pagam pelo aplicativo”, relata Noel.
 
No aplicativo, eu consigo fazer R$ 4 mil por mês e sustentar a minha família. Posso fazer o meu horário e ir embora assim que eu completar a minha meta pessoal
No aplicativo, eu consigo fazer R$ 4 mil por mês e sustentar a minha família. Posso fazer o meu horário e ir embora assim que eu completar a minha meta pessoal" Noel Arcanjo, entregador do app Rappi (foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
 
Para Aduilson Luca, 21 anos, o serviço é uma mão na roda nos dias em que está estudando. Cursando medicina na Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), o jovem conheceu a Rappi por meio de um amigo há dois anos. “Eu faço pedidos no aplicativo por conveniência porque, às vezes, estou sem tempo e pela economia”, explica Aduilson. Segundo o estudante, os cupons de desconto também chamam a atenção. “Já aconteceu de uma refeição, que ia sair por R$ 30, custar apenas R$ 10.”
 
Saiba mais
O serviço está disponível no site rappi.com.br e em aplicativo nas lojas Play tore (para Android) e App Store (para iOS).

10 pedidos épicos 

O aplicativo de entregas Rappi chegou ao Brasil em julho de 2018 e, com a promessa de entregar qualquer coisa que o cliente desejar, já conta com uma lista de pedidos fora do comum. As bananas-prata e as caixas de Naldecon Dia e Noite são os produtos mais solicitados na plataforma. E os mais inusitados?
 
1. Agulha, pinça anatômica e fio de nylon com o objetivo de fazer cirurgia
2. Descarregar seis vasos de planta de um caminhão
3. Pegar roupas na lavanderia
4. Buscar um cartão de estacionamento no mecânico
5. Três cocos verdes naturais e abertos
6. Um litro de água de coco para ser entregue na praia de Ipanema
7. Dois acarajés de uma barraca bastante específica de Salvador
8. Buscar uma chave da cliente que se trancou dentro do próprio apartamento
9. Fazer uma reserva em um restaurante para três pessoas
10. Comprar 385 itens diversos num supermercado. O maior pedido de 2018
Fonte: Rappi Brasil

A feira na sua casa

*Colaborou Clara Lobo, estagiária sob supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa

O brasiliense que não conseguiu ir ao supermercado ou à feira na última semana ainda tem chance de ter frutas, verduras, hortaliças e até castanhas frescas e bem selecionadas na despensa. Além da comodidade, os alimentos que chegam à casa do consumidor pelo Hortifrut da Dany são conhecidos pela qualidade. “Hoje, eu posso dizer que 95% dos nossos clientes retornam para comprar mais”, relata Danielle de Oliveira Sousa, 30 anos. Formada em recursos humanos pelo Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan), a dona da empresa de delivery conta que a iniciativa tem pouco mais de um ano.

“A minha família sempre trabalhou com feira e estamos há mais de 30 anos no ramo (com a banca Hortifrut da Dany na Feira Permanente da Guariroba, em Ceilândia ). Mas a ideia das entregas apenas surgiu como uma brincadeira em 2018”, explica Danielle. Os clientes recebem uma lista de alimentos e preços para nortear a compra, a empresa seleciona os produtos e três veículos fazem as entregas. Segundo Danielle, tudo é personalizado para o consumidor. “Nós pensamos na necessidade do dia a dia do freguês. Essa é a diferença entre nós e o produto do mercado tradicional.” As redes sociais também são grandes aliadas do negócio. “A internet é a modernidade e, se fosse somente por panfletos na rua, não conseguiríamos muitos clientes. Nos três primeiros meses, eram cinco pedidos por dia, hoje recebemos cerca de 50”, relata Danielle.
 
Dany (à direita) entrega produtos para a cliente Alinne (foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
Dany (à direita) entrega produtos para a cliente Alinne (foto: Clara Lobo/Esp.CB/D.A Press)
 
Uma das primeiras clientes da empresa é Alinne Martins, que encontrou o serviço pelo Instagram. Desde que conheceu o Hortifrut da Dany, há mais de um ano, ela não perde mais tempo fazendo compras de produtos frescos. “O preço é um diferencial porque não é caro. Quando você sai para comprar, você tem um custo de combustível, o tempo perdido na fila e na escolha de produtos. Com a Danielle não é assim, já vem tudo selecionado e pronto”, esclarece Alinne, que tem 31 anos e um empreendimento de semijoias. Ela conta que faz pedidos variados toda semana. “Às vezes, eu peço 10 produtos e vêm 11, porque a Danielle sempre manda uma bandeja a mais como brinde.”

Análise: os subordinados digitais

Thiago de Jesus tinha 33 anos quando sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) durante uma entrega de refeição pela Rappi em São Paulo. Na manhã de 8 de julho, o entregador acabou morrendo após um motorista da Uber se negar a levá-lo para o hospital. No momento do acidente, a Rappi se preocupou com os próximos pedidos e, alguns dias depois, divulgou nota em que lamenta a morte do Thiago.
 
Confira análise sobre a questão de Cassio Faeddo, advogado e mestre em direitos fundamentais pelo Centro Universitário Fieo e especialista em relações internacionais pela Fundação Getulio Vargas (FGV): 
"As recentes formas de contratação de trabalhadores, especialmente por aplicativos de transporte e distribuição de produtos, por um lado gerou ocupação para muitos desempregados, mas gerou também precarização no trabalho. Observe que esses trabalhadores têm sido enxergados como autônomos pelo Poder Judiciário. Porém, prestam serviço essencial de transporte na relação jurídica, com veículo próprio ou alugado, e sem qualquer limite de jornada ou direitos correlatos ao empregado comum. Classificamos esses trabalhadores como subordinados digitais, especialmente por não poder realizar o trabalho sem a presença do aplicativo que distribui a demanda de serviços. Vejamos uma situação indesejada: em face do risco do trabalho com uso de motocicletas, os profissionais passaram a ter direito ao adicional de periculosidade. Tal adicional é calculado em 30% sobre o salário do profissional. Porém, não há adicional de periculosidade para o autônomo. Não adianta apenas dar condolências nas redes sociais quando morre um entregador na frente do cliente, como recentemente noticiado pela mídia. Alguma medida legislativa deveria ser implementada.” 

Negócios inovadores

Conheça outras empresas que se destacaram entregando comodidade em domicílio:
 
(foto: Divulgação/Suporte Smart)
(foto: Divulgação/Suporte Smart)
 Conserto de celular
Seu celular estragou e você quer que alguém vá consertar em casa ou no trabalho? Uma empresa faz esse serviço. A Suporte Smart é a primeira rede de franquias que oferece assistência técnica de celulares em domicílios e empresas. O criador é o empresário Guylherme Ribeiro, que tem mais de 150 franqueados em 26 estados do Brasil. Os prestadores vão até a casa dos clientes com uma maleta com todas as ferramentas necessárias para fazer o serviço ali mesmo.
 
(foto: Fatec Sebrae/Divulgacao)
(foto: Fatec Sebrae/Divulgacao)
 Merenda infantil
A empresa Meu Lanchinho entrega preparações para crianças no local de preferência. A proprietária, Tatiane Ramos, sempre preparou a merenda para a filha, Ana Julia, levar para a escola. Ela, que é aluna de gestão de negócios e inovação da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Sebrae, estava desempregada e se inspirou na própria experiência para iniciar o negócio. Em menos de seis meses, alcançou 120 clientes em São Paulo. Há cerca 800 famílias na lista de espera. O projeto foi, inclusive, finalista do Prêmio Academia Assaí Bons Negócios.
 
(foto: Murillo Constatino/Divulgacao)
(foto: Murillo Constatino/Divulgacao)
 Manicure em casa
A startup Facily conecta prestadores de serviços aos clientes. O app é o primeiro do país com atuação ampla no ramo de serviços, e visa facilitar a vida das pessoas ao solicitar um profissional ou um serviço a um clique, já que o usuário seleciona o que deseja — como uma entrega de refeição, uma manicure, uma depiladora, uma designer de sobrancelha etc. —, o local de atendimento e o horário de preferência, de maneira similar à dos aplicativos de transporte. A operação começou em 2018 e já atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
 
(foto: Divulgação/Snack Frutas)
(foto: Divulgação/Snack Frutas)
 Frutas no trabalho
A Snack Frutas é um delivery de cestas de frutas para escritórios comerciais de São Paulo e Belo Horitonte. A entrega é diária ou semanal. As cestas chegam com até 40 frutas descascadas e higienizadas, prontas para o consumo.
 
(foto: Divulgação/Meu Cambio)
(foto: Divulgação/Meu Cambio)
 Moeda estrangeira
De olho na comodidade dos clientes, a startup Meu Câmbio fechou parceria com a Submarino Viagens para que clientes possam comprar 18 moedas estrangeiras, como dólar e euro, e receber em casa. O serviço está disponível em mais de 300 cidades do país.
 
*Estagiária sob supervisão da subeditora Ana Paula Lisboa

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