Trabalho e Formacao

Palavra de especialista

postado em 10/05/2020 04:20


;Cientificamente falando, ainda não temos taxa de incidência ou novos casos relacionados aos familiares de profissionais da saúde. Hoje, a infecção já se tornou comunitária e, neste estágio, não conseguimos mais identificar como e de onde surgiu a contaminação.

Nos hospitais, há todo um protocolo a ser seguido por quem deu assistência a um paciente com covid-19. O profissional faz a higienização no local e toma banho com os produtos que a instituição oferece. O ideal é que, ao chegar a casa, tome os mesmos cuidados.

A máscara usada durante a locomoção para o lar deve ser higienizada e, quando utilizado o transporte público, o profissional não deve entrar em casa com a mesma roupa e os mesmos sapatos da rua.

A principal dica para os cuidados com as crianças é respeitar o isolamento social. O mais perigoso é ter contato com pessoas acima de 60 anos ou com comorbidades, como hipertensão, diabetes etc.

A taxa de mortalidade em criança é muito baixa, sendo a infecção, na maioria das vezes, assintomática. Os cuidados de higiene são os mesmo da rotina. O profissional da saúde precisa estar consciente a respeito da doença, porque, caso apresente algum sintoma, deverá imediatamente procurar o serviço de saúde.;

Patrícia Pousa, professora na pós-graduação do Institute Business Education (IBE) da Fundação Getulio Vargas (FGV), enfermeira, mestre e doutoranda em saúde coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM-Unicamp), com MBA em saúde e gestão de pessoas pela FGV.



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