Publicidade

Correio Braziliense

Em Fórum da Água, Sarney Filho diz que área de preservação marinha aumentou

O ministro disse que a iniciativa do governo federal foi assinada nesta segunda-feira (19/2)


postado em 19/03/2018 16:51

O ministro do Meio-Ambiente, Sarney Filho, afirmou que o desmatamento na Amazônia continua diminuindo(foto: Luiz Nova/CB.D.A.Press)
O ministro do Meio-Ambiente, Sarney Filho, afirmou que o desmatamento na Amazônia continua diminuindo (foto: Luiz Nova/CB.D.A.Press)


O presidente da República, Michel Temer, assinou um decreto que amplia as áreas de preservação marinha no país, passando de 1,5%, para 25%. A declaração é do ministro do Meio-Ambiente, Sarney Filho, que também afirmou que o desmatamento na Amazônia continua diminuindo. As informações foram divulgadas durante a conferência de ministros no 8º Fórum Mundial da Água, nesta segunda-feira (19/2), em Brasília. 

De acordo com o ministro, a abrangência do decreto presidencial é tamanha que inclui quatro ilhas oceânicas brasileiras. "O ganho é fantástico, à medida que temos cada vez mais preocupação com o dito processo civilizatório. Precisamos, agora, unir esforços. O mundo necessita da expertise dos acadêmicos, da sociedade e da força política", disse.

Sobre a queda do desmatamento na Amazônia, os números também são animadores. No ano passado, a pasta divulgou queda de 16%. Em 2018, o número já corresponde a 20% deste total. "A floresta foi ameaçada pelo desmatamento crescente e fora de controle. Houve a reversão dessa curva, e, hoje, temos bons resultados. Desta maneira, a Amazônia vai continuar prestando seus serviços ambientais ao Brasil e ao mundo".

Recentemente, o Ministério Público Federal (MPF) lançou o projeto Amazônia Protege, uma iniciativa de combate ao desmatamento ilegal perante o Judiciário. A iniciativa é de novembro de 2017, e já resultou em 1088 ações civis públicas que cobram na Justiça a reparação e a responsabilização dos envolvidos nesses casos.

Os pedidos são baseados em laudos periciais elaborados a partir da análise de imagens de satélite, do ciclo de monitoramento de 2015/2016. São considerados os desmatamentos de áreas iguais ou superiores a 60 hectares na Amazônia. 

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade