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Conhecimento em expansão

Câmpus da UnB em Ceilândia é referência na formação de profissionais da saúde


postado em 27/03/2019 07:00 / atualizado em 27/03/2019 14:58

Ana Clara Bonini-Rocha (centro):
Ana Clara Bonini-Rocha (centro): "Quando a universidade pública se expande para as áreas mais afastadas do centro, ela cumpre a missão de abrir as suas portas à sociedade com mais eficiência" (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

 
Muito mais do que uma cidade que entrega ao Distrito Federal uma mão de obra importante, Ceilândia também é lugar de mentes brilhantes. A prova disso está numa das mais recentes conquistas da comunidade: o câmpus da Universidade de Brasília (UnB), que chega à marca de 11 anos de existência.

Voltado exclusivamente para a área de saúde, surgiu a partir do apelo de movimentos sociais dos ceilandenses para o acesso a universidade pública e gratuita. Hoje, são mais de 2,5 mil alunos divididos em seis cursos de graduação (enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, saúde coletiva e terapia ocupacional) e dois de pós (com foco em tecnologias de saúde e reabilitação física).

“Quando a universidade pública se expande para as áreas mais afastadas do centro, ela cumpre a missão de abrir as suas portas à sociedade com mais eficiência. A universidade não é somente dos pesquisadores, doutores ou pós-doutores. Ela é de todos”, comenta a coordenadora de Extensão da Faculdade de Ceilândia (FCE), Ana Clara Bonini-Rocha.

Atualmente, a FCE conta com 44 projetos de extensão que trabalham diretamente com a comunidade ceilandense. Nascida e criada em Ceilândia, a técnica-administrativa em educação da FCE Luciana Bezerra reforça: “Eu sempre sonhei em ver uma universidade pública de excelência nesta cidade, e saber que hoje ela existe e está tão evoluída é um orgulho”.

Também técnica-administrativa em educação, Mônica da Costa acredita que Ceilândia tem muito a oferecer ao DF. “Os nossos professores estão engajados na missão de entender as demandas da sociedade. Se a comunidade daqui nos acolheu muito bem, por saber que deste câmpus sairão boas ideias, é questão de tempo para as demais regiões administrativas fazerem o mesmo”, garante.
 

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