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Correio Braziliense

Bons ventos na América do Sul

 


postado em 31/07/2008 07:49 / atualizado em 31/07/2008 07:54

Com 26% de aprovação, o presidente peruano, Alan García, se gaba do crescimento de 8,3% da economia do país em 2007. O Peru é apenas um exemplo em um continente jamais tão bem visto por investidores e analistas internacionais. Com crescimento médio de 6% ao ano, os países começam a se destacar no mercado internacional e nos acordos comerciais com Estados Unidos, China e Europa. Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Argentina, Venezuela, Peru e Colômbia apresentaram, respectivamente, as taxas de crescimento mais elevadas da região, superiores ou iguais a 7%. Saiba porque esses países tiveram tão bom desempenho na economia

Argentina: Depois da forte crise econômica de 2001, o país teve um expansão acima de 8,5% por cinco anos. A política econômica do governo do casal Kirchner se concentrou nas exportações. O plano ajudou a estabilizar as contas, mas aumentou a dívida externa.

Venezuela: O petróleo é o maior aliado do presidente Hugo Chávez. Quinto maior produtos e exportador mundial de petróleo, o país viu a economia crescer 8,4% este ano. De acordo com o Banco Central venezuelano, o crescimento econômico é impulsionado pelo "aumento do investimento e do consumo e pelo nível do gasto público". No início do ano, sofreu uma reforma monetária para controlar a inflação.

Peru: O país andino colhe os frutos de um modelo econômico que começou em 1991. A política de controle inflacionário e de não-intervenção nas relações comerciais internas ajudou o crescimento de quase 10% somente em 2008. O Peru também se beneficiou da alta dos preços na exportação de minerais.

Colômbia: A boa fase da economia é efeito do número de investimento no país, principalmente dos Estados Unidos. O investimento estrangeiro direto na Colômbia alcançou em 2007 o número recorde de mais de US$ 9 bilhões e espera-se que este ano supere os US$ 10 bilhões. O governo aguarda a aprovação do Tratado de Livre Comércio (TLC), assinado em 2006 com os Estados Unidos, mas pendente de ratificação pelo Congresso norte-americano.

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