Quito - Ao menos 628 funcionários da estatal Petroecuador, o que representa quase 10% do total do quadro de empregados, foram suspensos sob suspeita de corrupção, informou nesta sexta-feira (17/9) o ministro da Transparência, Sebastián Roldán.
A suspensão pelo prazo de 90 dias permitirá à Promotoria investigar as denúncias de corrupção, declarou o ministro.
Com o total de 6.417 funcionários, a Petroecuador é responsável por 59% da produção de petróleo do Equador, o menor membro da OPEP.
Roldán explicou que os funcionários aparecem como acionistas de uma empresa que mantém contrato de prestação de serviços com a Petroecuador para a produção e distribuição de combustível no centro e no norte do país.
O ministro destacou que a Constituição e a legislação trabalhista proíbem a assinatura de "convênios ou contratos com empresa pública para se obter qualquer benefício que implique em privilégios para o servidor".