<strong>Nova York -</strong> Os governantes de vários países muçulmanos ligados ao Ocidente aproveitaram sua presença nas Nações Unidas para fazer um alerta para a "islamofobia" nos Estados Unidos e na Europa, que segundo eles aumenta os extremismos.<br /><br />A ameaça de um grupo evangélico americano de queimar exemplares do Alcorão, a polêmica em torno da construção de um centro islâmico próximo ao Marco Zero em Nova York e os ataques contra os símbolos islâmicos na Europa estiveram no centro das preocupações dos países muçulmanos durante a sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas.<br /><br />Os governantes de países que tradicionalmente são poderosos aliados do Ocidente falaram com um tom mais forte na ONU no momento em que aumentam as tensões religiosas em nível mundial.<br /><br />Muitos líderes de países muçulmanos se sentiram incomodados com os comentários do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, que disse na ONU que por trás dos atentados de 11 de setembro havia um "complô" americano, disseram altos funcionários das delegações que acompanham os governantes.
<strong>Nova York -</strong> Os governantes de vários países muçulmanos ligados ao Ocidente aproveitaram sua presença nas Nações Unidas para fazer um alerta para a "islamofobia" nos Estados Unidos e na Europa, que segundo eles aumenta os extremismos.<br /><br />A ameaça de um grupo evangélico americano de queimar exemplares do Alcorão, a polêmica em torno da construção de um centro islâmico próximo ao Marco Zero em Nova York e os ataques contra os símbolos islâmicos na Europa estiveram no centro das preocupações dos países muçulmanos durante a sessão anual da Assembleia Geral das Nações Unidas.<br /><br />Os governantes de países que tradicionalmente são poderosos aliados do Ocidente falaram com um tom mais forte na ONU no momento em que aumentam as tensões religiosas em nível mundial.<br /><br />Muitos líderes de países muçulmanos se sentiram incomodados com os comentários do presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, que disse na ONU que por trás dos atentados de 11 de setembro havia um "complô" americano, disseram altos funcionários das delegações que acompanham os governantes.