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Temporada de furacões no Atlantico pode ser mais ativa que o normal

Temperaturas mais elevadas do que o normal na superfície do Atlântico e uma temporada de chuvas mais forte na África ocidental produzem padrões de vento que ajudam a alimentar os sistemas de tempestades tropicais e furacões



Temperaturas mais elevadas do que o normal na superfície do Atlântico e uma temporada de chuvas mais forte na África ocidental produzem padrões de vento que ajudam a alimentar os sistemas de tempestades tropicais e furacões.

O prognóstico atualizado anunciado pela NOAA nesta quinta-feira (8/8) destacou que durante toda a temporada - que se estende de 1; de junho a 30 de novembro - serão formadas de 13 a 19 tempestades com nome (ventos máximos de 62,7 km/h ou mais), incluindo de 6 a 9 furacões (ventos máximos de 119 km/h ou mais), das quais de três a cinco poderão ser furacões de alta intensidade (categorias 3, 4 ou 5, com ventos de pelo menos 154 km/h).
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Esses patamares estão acima das médias sazonais de 12 tempestades nomeadas, seis furacões e três furacões maiores.

Esta previsão, atualizada em relação à anunciada em maio, inclui as tempestades tropicais que já afetaram algumas ilhas do Caribe e da Flórida (sul dos EUA): Andrea, Barry, Chantal e Dorian.

"O auge da temporada de furacões está chegando e é importante nos mantermos preparados para furacões até novembro", disse Joe Nimmich, porta-voz da Agência Federal de Manejo de Emergências (FEMA).

A alta temporada de furacões se estende de meados de agosto a meados de outubro.