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Estados Unidos condenam ataque que deixou ao menos 52 mortos no Iêmen

Pelo menos 52 pessoas morreram e 162 ficaram feridas no ataque, segundo um novo registro divulgado pelo Comitê Supremo de Segurança iemenita

Agência France-Presse
postado em 05/12/2013 19:09
Os Estados Unidos condenaram nesta quinta-feira (5/12) o ataque ao complexo do Ministério iemenita da Defesa, no qual morreram pelo menos 52 pessoas e pediram que seus cidadãos não viajem a esse país. "Expressamos nossas sinceras condolências às famílias das vítimas", disse a porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf, ao condenar o massacre sem sentido.

O ataque ocorreu em meio a um contexto de impasse político, no momento em que o ministro da Defesa iemenita, Mohamed Nasser Ahmed, está em Washington à frente de uma delegação militar.

No centro de Sanaa, um terrorista suicida ao volante de um carro-bomba forçou a entrada oeste do complexo ministerial. Seus cúmplices, atirando com armas automáticas, conseguiram entrar no hospital militar e em outros dois edifícios do complexo, indicaram.



Pelo menos 52 pessoas morreram e 162 ficaram feridas no ataque, segundo um novo registro divulgado pelo Comitê Supremo de Segurança iemenita. Entre os mortos estão dois médicos alemães e um venezuelano.

[SAIBAMAIS]"Apoiamos o Iêmen contra esta violência e seguimos firmemente comprometidos em apoiar o povo iemenita, que tenta realizar uma transição democrática histórica no Iêmen de maneira pacífica", disse a jornalistas.

Harf ressaltou que não sabe se algum americano ficou ferido no ataque.

Washington segue buscando "informações adicionais" e a embaixada recomenda evitar a área do Ministério da Defesa em Sanaa, acrescentou.

Além disso, o Departamento de Estado desaconselhou os americanos a viajarem ao Iêmen e às imediações.

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