Agência France-Presse
postado em 04/01/2014 11:19
Beirute - Uma nova aliança de rebeldes sírios, batizada de "Exército dos Mujahedines", declarou guerra ao Estado Islâmico no Iraque e Levante (EIIL), movimento vinculado à Al-Qaeda, e se uniu assim a outros grupos que combatem os jihadistas na Síria.
"Nós, o Exéricito dos Mujahedines, prometemos nos defender e defender nossa honra, nossos bens e nossas terras e lutar contra o EIIL, que infringiu as normas divinas, até que anuncie sua dissolução", anunciou esta aliança de oito grupos armados em um comunicado publicado no Facebook.
[SAIBAMAIS] Esta aliança pede que os combatentes do EIIL se unam às fileiras de outros grupos rebeldes ou entreguem s armas e abandonem a Síria.
O Exército de Mujahedines acusa o EIIL de "propagar os combates e a insegurança nas zonas libertadas (sob controle rebelde), derramando o sangue dos combatentes, acusando-os erroneamente de heresia e expulsando-os, a eles e a suas famílias, das zonas que liberaram do exército" de Bashar al Assad.
O EIIL combateu junto aos grupos rebeldes contra o regime sírio, mas este grupo também teve como objetivo os combatentes da oposição em uma tentativa de impor-se como única autoridade.
O Exército dos Mujahedines acusa também os jihadistas de roubos, saques e de sequestrar, torturar e matar comandantes rebeldes e combatentes.
No momento, não se sabe quantos efetivos formam as oito brigadas da nova aliança.
"Nós, o Exéricito dos Mujahedines, prometemos nos defender e defender nossa honra, nossos bens e nossas terras e lutar contra o EIIL, que infringiu as normas divinas, até que anuncie sua dissolução", anunciou esta aliança de oito grupos armados em um comunicado publicado no Facebook.
[SAIBAMAIS] Esta aliança pede que os combatentes do EIIL se unam às fileiras de outros grupos rebeldes ou entreguem s armas e abandonem a Síria.
O Exército de Mujahedines acusa o EIIL de "propagar os combates e a insegurança nas zonas libertadas (sob controle rebelde), derramando o sangue dos combatentes, acusando-os erroneamente de heresia e expulsando-os, a eles e a suas famílias, das zonas que liberaram do exército" de Bashar al Assad.
O EIIL combateu junto aos grupos rebeldes contra o regime sírio, mas este grupo também teve como objetivo os combatentes da oposição em uma tentativa de impor-se como única autoridade.
O Exército dos Mujahedines acusa também os jihadistas de roubos, saques e de sequestrar, torturar e matar comandantes rebeldes e combatentes.
No momento, não se sabe quantos efetivos formam as oito brigadas da nova aliança.