Agência France-Presse
postado em 06/06/2014 21:13
Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (6/6) que a Rússia deve reconhecer a legitimidade do novo presidente da Ucrânia se pretende resolver a crise naquele país.
Obama fez tal declaração no 70; aniversário do "Dia D" - quando as tropas aliadas desembarcaram na Normandia (França) para libertar a Europa ocupada pelos nazistas - e após uma jornada durante a qual o presidente russo, Vladimir Putin, conversou brevemente com o chefe de Estado eleito da Ucrânia, Petro Poroshenko, que assumirá o cargo neste sábado.
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Obama, que também manteve um encontro informal com Putin, destacou que valoriza a colaboração com Moscou em temas como a guerra no Afeganistão e o acordo provisório alcançado com o Irã em relação ao programa nuclear da República Islâmica, "mas é preciso haver uma solução sobre a situação na Ucrânia".
Em declarações ao programa da rede NBC Nightly News, Obama estimou que a solução da crise ucraniana passa pelo "reconhecimento de Putin da legitimidade da eleição de Poroshenko e por um trabalho conjunto" entre Moscou e Kiev "para tentar resolver os problemas existentes entre os dois países".
A Rússia também deve "parar de financiar e de armar os separatistas" do leste da Ucrânia, destacou Obama, em referência às milícias pró-Moscou que se rebelaram contra o governo de Kiev em meados de abril.
"Se a Rússia começar a agir de acordo com os princípios internacionais básicos, acredito que as relações entre Estados Unidos e Rússia melhorarão", concluiu Obama.
Obama fez tal declaração no 70; aniversário do "Dia D" - quando as tropas aliadas desembarcaram na Normandia (França) para libertar a Europa ocupada pelos nazistas - e após uma jornada durante a qual o presidente russo, Vladimir Putin, conversou brevemente com o chefe de Estado eleito da Ucrânia, Petro Poroshenko, que assumirá o cargo neste sábado.
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Obama, que também manteve um encontro informal com Putin, destacou que valoriza a colaboração com Moscou em temas como a guerra no Afeganistão e o acordo provisório alcançado com o Irã em relação ao programa nuclear da República Islâmica, "mas é preciso haver uma solução sobre a situação na Ucrânia".
Em declarações ao programa da rede NBC Nightly News, Obama estimou que a solução da crise ucraniana passa pelo "reconhecimento de Putin da legitimidade da eleição de Poroshenko e por um trabalho conjunto" entre Moscou e Kiev "para tentar resolver os problemas existentes entre os dois países".
A Rússia também deve "parar de financiar e de armar os separatistas" do leste da Ucrânia, destacou Obama, em referência às milícias pró-Moscou que se rebelaram contra o governo de Kiev em meados de abril.
"Se a Rússia começar a agir de acordo com os princípios internacionais básicos, acredito que as relações entre Estados Unidos e Rússia melhorarão", concluiu Obama.