postado em 04/04/2015 13:30
Uma sobrevivente do atentado à Universidade de Garissa, no Quênia, foi descoberta escondida dentro de um armário do prédio, 50 horas após o ataque, informou hoje (4) a Cruz Vermelha. O massacre, cuja autoria foi reivindicada pelo grupo radical islâmico Al Shebab, deixou 148 mortos na quinta-feira (2), a maioria estudantes.Neste sábado, o presidente queniano, Uhuru Kenyatta, decretou três dias de luto nacional, com bandeiras a meio mastro.
;Uma sobrevivente foi encontrada dentro da universidade pelas forças de segurança que permanecem no campus universitário", disse Arnolda Shiundu, responsável pela comunicação da Cruz Vermelha no Quênia.
Segundo Arnolda Shiundu, a sobrevivente ;foi levada para o hospital e está sendo examinada pelos médicos;.
De acordo com uma fonte policial em Garissa, a sobrevivente ficou dois dias escondida em um armário. Ela foi descoberta durante a manhã deste sábado.
Em comunicado divulgado pelos islâmicos, o grupo radical critica a presença do Exército queniano na Somália e explica que, durante o ataque à universidade, separaram os muçulmanos dos cristãos para matar apenas integrantes do segundo grupo.