No seu processo contra Hillary, os pais de dois agentes de segurança americanos mortos no incidente alegam que os terroristas sabiam onde as vítimas estavam em razão do uso de seu e-mail privado. O ataque ao consulado dos Estados Unidos matou quatro americanos, incluindo o então embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens.
"Como resultado direto do uso imprudente de informação classificada e sensível por parte de Hillary, os terroristas islâmicos foram capazes de conhecer a rotina do embaixador Christopher Stevens e de outras operações do governo em Benghazi, na Líbia, e, portanto, organizar, planejar e executar o ataque infame de 11 de setembro de 2012".