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Correio Braziliense

Trump fala em Israel de "rara oportunidade" para a paz na região

Questionado sobre a polêmica pelas informações sigilosas que Trump teria repassado a autoridades russas sem o aval de Israel, o secretário de Estado americano minimizou seu alcance


postado em 22/05/2017 08:13 / atualizado em 22/05/2017 08:29

"Eu vim a esta terra sagrada e antiga para reafirmar o vínculo inquebrável entre Estados Unidos e o Estado de Israel", afirmou Trump (foto: Jack Guez/AFP)
Tel Aviv, Israel - O presidente americano, Donald Trump, expressou nesta segunda-feira em seu desembarque em Israel a convicção de que existe uma "rara oportunidade" de levar a paz à região. "Temos diante de nós uma rara oportunidade de trazer segurança, estabilidade e paz a esta região", declarou no aeroporto internacional Ben Gurion, em Tel Aviv, reafirmando ainda o "vínculo inquebrável" entre Estados Unidos e Israel.
 
 
"Mas só poderemos chegar lá trabalhando juntos. Não há outro caminho", disse. "Eu vim a esta terra sagrada e antiga para reafirmar o vínculo inquebrável entre Estados Unidos e o Estado de Israel", afirmou.

Um pouco antes, o chefe da diplomacia americana, Rex Tillerson, afirmou que existe uma "oportunidade de fazer progredir as conversações de paz" entre israelenses e palestinos. O presidente "tem a sensação de que há uma oportunidade", declarou o secretário de Estado americano a bordo do avião presidencial Air Force One pouco antes do pouso.

"O presidente destacou que está disposto a envolver-se pessoalmente", completou. O otimismo da administração Trump a respeito do estagnado processo de paz se deve ao "ambiente, às circunstâncias em toda a região, é o que o presidente tenta ressaltar nesta viagem", afirmou Tillerson. "Os países árabes, Israel, Estados Unidos, todos enfrentamos a mesma ameaça: o avanço do grupo Estado Islâmico, das organizações terroristas", completou. "Penso que isto cria uma dinâmica diferente", acrescentou.
 
Questionado sobre a polêmica pelas informações sigilosas que Trump teria repassado a autoridades russas sem o aval de Israel, o secretário de Estado americano minimizou seu alcance. "Não acredito que existam razões para pedir desculpas. Se os israelenses têm perguntas ou pedidos de esclarecimento, nós responderemos", concluiu.

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