Jornal Correio Braziliense

Mundo

Trump promete 'destruir' a Coreia do Norte se país insistir na guerra

"Os Estados Unidos têm grande poder e paciência, mas se for forçado a se defender e defender seus aliados, não teremos outra opção do que a de destruir totalmente a Coreia do Norte", disse Trump


"O acordo com o Irã é uma das piores transações (...) Francamente, este acordo é uma vergonha para os Estados Unidos". Em 15 de outubro, Trump vai se pronunciar no Congresso americano se ele considera que Teerã respeita seus compromissos, como indicado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

"É hora de o mundo inteiro se unir a nós para exigir que o governo iraniano pare de semear a morte e a destruição", declarou na tribuna da ONU, criticando as "atividades desestabilizadoras" de Teerã. Além disso, o republicano voltou a defender a sua política, afirmando que sempre colocará "os Estados Unidos em primeiro lugar".

Quanto à América Latina, Trump se concentrou especialmente na Venezuela, onde denunciou a "situação inaceitável da ditadura socialista do presidente Nicolas Maduro". "Não podemos ficar à margem e apenas olhar. Como vizinho e amigo responsável, devemos ter um objetivo: recuperar a liberdade, restaurar o país, retomar a democracia", declarou, afirmando estar pronto para "novas ações", sem dar mais detalhes.

A Venezuela já havia sido assunto central em um jantar de trabalho na segunda-feira entre Trump e os presidentes do Brasil, Panamá e Colômbia, além da vice-presidente da Argentina.