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Correio Braziliense

Ivanka Trump anuncia encerramento de sua marca de moda

Após experimentar um forte aumento durante a campanha presidencial, a marca sofreu um revés apos a eleição de Trump


postado em 24/07/2018 17:24

No ano passado, as grandes lojas Nordstrom e Neiman Marcus excluíram a linha Ivanka Trump.(foto: Drew Angerer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
No ano passado, as grandes lojas Nordstrom e Neiman Marcus excluíram a linha Ivanka Trump. (foto: Drew Angerer / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)

Nova York, Estados Unidos - Ivanka Trump, filha e assessora do presidente americano Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (24/7) o encerramento de sua marca de moda de mesmo nome, cujo desenvolvimento tinha sido limitado para evitar conflitos de interesse.

Depois de experimentar um forte aumento nas vendas em 2016, ano da campanha presidencial, a marca de roupas, calçados e acessórios sofreu um revés após a eleição do magnata, quando várias redes de varejo decidiram parar de oferecer os produtos em suas lojas.

Ivanka, de 36 anos, é atualmente conselheira do pai na Casa Branca e, como tal, tem enfrentado críticas sobre possíveis conflitos de interesse com seus negócios.

"Quando começamos esta marca, ninguém teria previsto o sucesso que teríamos", disse Ivanka em um comunicado.

"Depois de 17 meses em Washington, não sei quando voltarei ao negócio, mas sei que meu foco no futuro próximo será o trabalho que estou realizando aqui em Washington", acrescentou. "Portanto, tomar essa decisão agora é o justo para minha equipe e meus parceiros".

No ano passado, as grandes lojas Nordstrom e Neiman Marcus excluíram a linha Ivanka Trump, citando uma desaceleração nas vendas após a pressão de ativistas para boicotar empresas que fazem negócios com a família do presidente.

No início deste mês, a varejista canadense Hudson's Bay - que inclui as americanas Saks Fifth Avenue e Lord & Taylor - decidiu gradualmente eliminar a marca.

Abigail Klem, presidente da marca Ivanka Trump, disse em um comunicado que entendia que a decisão foi "difícil" para a filha de Donald Trump.

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