Publicidade

Correio Braziliense

Bilionário mais jovem do continente africano é sequestrado na Tanzânia

O bilionário mais jovem do continente africano foi sequestrado nesta quinta-feira por homens armados na capital econômica da Tanzânia


postado em 11/10/2018 16:31

Mohamed Dewji, de 43 anos, foi sequestrado quando entrava na academia de um hotel nesta cidade(foto: AFP)
Mohamed Dewji, de 43 anos, foi sequestrado quando entrava na academia de um hotel nesta cidade (foto: AFP)
 
Nairóbi, Quênia - O bilionário mais jovem do continente africano foi sequestrado nesta quinta-feira por homens armados na capital econômica da Tanzânia, Dar es-Salam, anunciaram autoridades. 

Mohamed Dewji, de 43 anos, dirige o grupo MeTL que opera em cerca de dez países nas áreas de agricultura, transporte, logística e indústria alimentícia. Ele foi sequestrado quando entrava na academia de um hotel nesta cidade. 

"A informação inicial indica que ele foi sequestrado por brancos que estavam em dois veículos", disse à imprensa o governador regional Paul Makonda, acrescentando que "este tipo de incidente é novidade aqui". 

O chefe da polícia de Dar es-Salam, Lazaro Mambosasa, ligou o crime a estrangeiros na coletiva de imprensa e também afirmou que os criminosos "atiraram para o alto" antes de arremessar o empresário dentro do veículo. 

Mambosasa ainda apontou que a polícia fez algumas prisões em busca de suspeitos do sequestro. 

Dewji nasceu na Tanzânia e estudou na Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos. Também foi membro do Parlamento entre 2005 e 2015.

Em 2013, se tornou o primeiro tanzaniano a aparecer na lista da revista Forbes, e em 2015 foi nomeado Pessoa do Ano da Forbes na África. Dewji também o acionista majoritário do time de futebol Simba FC da Tanzânia. 

De acordo com a Forbes, ele está em 17º lugar na lista de bilionários do continente, com uma fortuna estimada de 1,5 bilhão de dólares. 

Dewji é casado e tem três filhos. Em 2016, assinou um compromisso de doar pelo menos metade de sua fortuna a causas filantrópicas, segundo a Forbes.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade