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Correio Braziliense

Trump volta a defender pena de morte ao comentar sobre atirador em Pittsburgh

"Nós deveríamos endurecer as leis para a pena de morte. É muito triste ver isso acontecer de novo, e se repetir, é terrível, é uma pena", afirmou


postado em 27/10/2018 14:05 / atualizado em 27/10/2018 16:04

"Se houvesse um policial presente na sinagoga o atirador poderia ter sido rendido", afirmou Trump (foto: AFP/Nicholas Kamm)

 

Em rápido pronunciamento à imprensa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender a pena de morte e o endurecimento das leis no país ao comentar a ação de um atirador em Pittsburgh. Na avaliação de Trump, deveria haver algum tipo de proteção na sinagoga. "Se houvesse um policial presente na sinagoga o atirador poderia ter sido rendido", afirmou. Porém, questionado se a solução seria colocar forças policiais em templos religiosos, desconversou.


Para Trump, o ataque tem pouco a ver com as leis sobre porte de arma no país, mas suscita o debate sobre legalização da pena de morte. "Nós deveríamos endurecer as leis para a pena de morte. É muito triste ver isso acontecer de novo, e se repetir, é terrível, é uma pena", afirmou.

Segundo fontes oficiais, ao menos quatro pessoas morreram e 12 ficaram feridas, incluindo três policiais, com a ação de um atirador nesta manhã na região da sinagoga "Árvore da Vida" em Squirrel Hill, na cidade de Pittsburgh. Um suspeito foi preso.

Há muitos policiais na região e a orientação para os moradoras na área é para ficar em casa. No local, há policiamento ostensivo, inclusive com a S.W.A.T, e várias ambulâncias para atender as "múltiplas" vítimas.

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