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Correio Braziliense

Caçador terá de assistir clássico 'Bambi' como parte de sentença por matar cervos

Caçador dos EUA deverá assistir ao filme "Bambi" várias vezes como parte de sua sentença judicial por matar centenas de cervos ilegalmente


postado em 20/12/2018 12:24 / atualizado em 20/12/2018 15:42

David Berry Jr. foi sentenciado a ver o clássico infantil da Disney por, pelo menos, uma vez ao mês durante o ano que passará atrás das grades(foto: Reprodução )
David Berry Jr. foi sentenciado a ver o clássico infantil da Disney por, pelo menos, uma vez ao mês durante o ano que passará atrás das grades (foto: Reprodução )
 

Um caçador de Missouri, nos Estados Unidos, deverá assistir ao filme "Bambi" várias vezes como parte de sua sentença judicial por matar centenas de cervos ilegalmente. David Berry Jr. foi sentenciado a ver o clássico infantil da Disney por, pelo menos, uma vez ao mês durante o ano que passará atrás das grades.

Os agentes de conservação ambiental descrevem o caso de caça furtiva como um dos maiores da história do Estado americano, segundo noticiou o jornal "Springfield News-Leader".

O caçador levava as cabeças e deixava os corpos dos animais, disse Don Trotter, advogado do condado de Lawrence. As permissões de caça, pesca e captura foram revogadas, temporária ou permanentemente, para Berry, o pai dele, dois irmãos e outro homem que os ajudava.

Os homens pagaram uma soma de US$ 51 mil em multas e custos com a Justiça, mas o juiz ordenou um adicional especial à sentença de Berry por matar, ilegalmente, os cervos.

Segundo os documentos entregues à corte, o juiz Robert George determinou que Berry "veja o filme de Walt Disney Bambi antes do dia 23 de dezembro de 2018 pela primeira vez e, pelo menos, uma vez por mês a partir de então" enquanto estiver na cadeia de Lawrence.

O caçador também foi sentenciado a 120 dias de prisão no condado de Barton por violar sua liberdade condicional por posse de armas de fogo. Berry, o pai dele e o irmão Kyle Berry foram detidos em agosto após uma investigação de quase nove meses que também envolveu casos em Kansas, Nebraska e no Canadá.

O Departamento de Conservação disse que a investigação resultou em mais de 230 acusações em 11 condados contra 14 pessoas do Missouri. (Com agências internacionais).

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