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Correio Braziliense

Priyanka, a outra herdeira dos Gandhi, entra para a política na Índia

Priyanka Gandhi Vadra, membro do famoso clã político indiano de Nehru-Gandhi, oficializou sua entrada na política nesta quarta-feira


postado em 23/01/2019 14:05 / atualizado em 23/01/2019 14:10

Priyanka Gandhi, 47 anos, participou de campanhas eleitorais para o Congresso no passado, mas esta é a primeira vez que ela foi nomeada para um cargo de responsabilidade(foto: SANJAY KANOJIA / AFP)
Priyanka Gandhi, 47 anos, participou de campanhas eleitorais para o Congresso no passado, mas esta é a primeira vez que ela foi nomeada para um cargo de responsabilidade (foto: SANJAY KANOJIA / AFP)
 
Nova Délhi, Índia - Priyanka Gandhi Vadra, membro do famoso clã político indiano de Nehru-Gandhi, oficializou sua entrada na política nesta quarta-feira, obtendo uma posição de responsabilidade dentro do Partido do Congresso (oposição), a apenas alguns meses das legislativas na Índia.

A chegada à cena política de "Priyanka", como é chamada pela mídia local, alimentou as conjecturas por anos. 

Os observadores se perguntam se ela deseja seguir os passos de sua ilustre família, cuja história é inseparável dos destinos da Índia e que atualmente é representada por seu irmão Rahul.

Priyanka Gandhi, 47 anos, casada com o empresário Robert Vadra, participou de campanhas eleitorais para o Congresso no passado, mas esta é a primeira vez que ela foi nomeada para um cargo de responsabilidade. Até agora havia ficado fora do mundo político.

Ela estará encarregada da campanha eleitoral do partido para a região leste de Uttar Pradesh (norte), o estado indiano mais populoso e crucial na conquista do poder. 

Seu âmbito de ação inclui, em particular, a cidade sagrada de Varanasi, em que o primeiro-ministro Nerendra Modi constituiu o seu reduto eleitoral.

No momento não se sabe se Priyanka Gandhi disputará um mandato eleitoral nas eleições legislativas.

Seu pai Rajiv Gandhi, sua avó Indira Gandhi e seu bisavô Jawaharlal Nehru ocuparam as funções de primeiro-ministro indiano na época. 

Sua mãe Sonia Gandhi rejeitou a posição em 2004, mas conduziu o país à sombra por dez anos, até a chegada ao poder em 2014 dos nacionalistas hindus.

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