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Correio Braziliense

Terremoto na Indonésia deixa dois mortos e 2.000 refugiados

Tremores no país asiático foram de 7,3 graus de magnitude


postado em 15/07/2019 13:35 / atualizado em 15/07/2019 13:39

Tremor ocorreu por volta das 18h00 (06h de Brasília), no leste da Indonésia(foto: AFP)
Tremor ocorreu por volta das 18h00 (06h de Brasília), no leste da Indonésia (foto: AFP)
Um forte terremoto de 7,3 graus de magnitude fez dois mortos e mais de 2.000 refugiados no leste da Indonésia, de acordo com um balanço oficial anunciado nesta segunda-feira (15/7).

O terremoto ocorreu pouco depois das 18h00 (06h00 no horário de Brasília) no domingo no norte do arquipélago das Molucas, a uma profundidade de 10 km, desencadeando pânico entre os habitantes, que fugiram para se refugiar em áreas elevadas. 

O epicentro foi detectado cerca de 165 km ao sul de Ternate, a principal cidade da província de Molucas do Norte.

Duas mulheres morreram soterradas e "mais de 2.000 pessoas foram evacuadas", informou Agus Wibowo, porta-voz da agência de gerenciamento de desastres em uma coletiva de imprensa.

Várias centenas de pessoas se refugiaram em escolas e prédios públicos.

A região das Molucas foi afetada por vários terremotos violentos nas últimas semanas, um de magnitude 6,9 na semana passada e outro de 7,3 no final de junho, embora não tenham causado danos significativos. 

O Instituto Indonésio de Geofísica informou que até a manhã desta segunda-feira forma registrados 52 tremores secundários. 

A Indonésia, arquipélago de 17.000 ilhas formada pela convergência de três grandes placas tectônicas (do Pacífico, Australiana e Eurasiática), está no Anel de Fogo do Pacífico, zona de forte atividade sísmica.

No ano passado, um terremoto de 7,5 seguido de um tsunami em Palu, na ilha de Celebes, deixou mais de 2.200 mortos e milhares de desaparecidos.

Em 26 de dezembro de 2004, um violento terremoto de 9,1 graus de magnitude sacudiu a província Aceh, no extremo oeste do arquipélago indonésio, e provocou um tsunami em todo o Pacífico que deixou mais de 170.000 mortos.

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