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Correio Braziliense

Procurador-geral vê irregularidades na prisão onde Jeffrey Epstein morreu

O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, disse que se sentiu "extremamente aborrecido" ao saber que Epstein, aguardando julgamento por tráfico e abuso sexual de menores, não era monitorado adequadamente


postado em 12/08/2019 13:34

Protesto em que mulheres pediam a prisão de Epstein, em julho passado(foto: STEPHANIE KEITH/AFP)
Protesto em que mulheres pediam a prisão de Epstein, em julho passado (foto: STEPHANIE KEITH/AFP)
O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, afirmou nesta segunda-feira (12) que foi informado sobre "graves irregularidades" na prisão federal de Nova York, onde o milionário Jeffrey Epstein foi encontrado morto, aparentemente após cometer suicídio.

Barr disse que se sentiu "extremamente aborrecido" ao saber das falhas "para proteger adequadamente" a prisão, depois que vários meios de comunicação informaram que Epstein, aguardando julgamento por tráfico e abuso sexual de menores, não era monitorado adequadamente. 

Epstein foi encontrado morto na prisão no sábado.

O governo e o FBI iniciaram investigações imediatamente, enquanto políticos, funcionários judiciais e as supostas vítimas manifestaram surpresa por Epstein não ser acompanhado de perto, duas semanas após uma tentativa fracassada de suicídio.

O magnata, de 66 anos, que trabalhou com inúmeros políticos e celebridades ao longo dos anos e já tinha uma condenação por crimes sexuais, foi encontrado sem vida no Centro Correcional Metropolitano de Manhattan.

O jornal "The New York Times" e outros veículos citaram funcionários que afirmaram que Epstein se enforcou. 

Epstein já havia sido encontrado inconsciente e com marcas no pescoço em sua cela, no mês passado, após uma aparente tentativa de suicídio.

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