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Correio Braziliense

Macron participará de reunião sobre Amazônia em Nova York

Encontro é para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento da região


postado em 19/09/2019 15:52

Emmanuel Macron, presidente da França (foto: Ludovic Marin/Pool/AFP)
Emmanuel Macron, presidente da França (foto: Ludovic Marin/Pool/AFP)
O presidente francês, Emmanuel Macron, participará na segunda-feira (23/9) de uma reunião sobre a Amazônia organizada em Nova York à margem da Assembleia geral da ONU, para mobilizar a comunidade internacional sobre o reflorestamento da região afetada por grandes incêndios.

Um dia depois de sua chegada, domingo à noite, a Nova York, o presidente francês lançará "um chamado à mobilização" para a floresta amazônica com seus homólogos chileno, Sebastián Piñera, e colombiano, Iván Duque, entre outros, informou o Eliseu nesta quinta-feira (19/9).

Esta reunião, que se pretende que seja "consensual", acontece após a que juntou no começo de setembro sete países da região na Colômbia, para proteger a maior floresta tropical do mundo, devastada por incêndios pelos quais o presidente Jair Bolsonaro foi muito criticado por Macron.

Nenhum encontro está previsto entre os dois dirigentes em Nova York.

A França "também é um país amazônico", informou o Eliseu, cujo território de ultramar da Guiana também tem uma vasta superfície amazônica.

Na segunda-feira, Macron participa ainda da Cúpula sobre o Clima organizada pela ONU, que será "a ocasião para afirmar nossa ambição climática", completou a Presidência francesa.

Em Nova York, onde estão reunidos muitos dirigentes internacionais, o chefe de Estado francês tem tido uma série de reuniões bilaterais, especialmente com o americano Donald Trump e com o presidente da Autoridade palestina, Mahmud Abbas.

Ele discursará na terça-feira (24/9) na Assembleia Geral pela terceira vez desde o início de seu mandato.

Macron tentará obter avanços sobre temas prioritários para a França, como a crise de segurança na região africana do Sahel e da Líbia, apoiando a ONU, que busca reiniciar as negociações entre os beligerantes.

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