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Multinacionais aderem à proposta da Microsoft de reduzir pegada de carbono

O objetivo é permitir que as nove empresas que aceitaram a proposta consigam uma pegada de carbono neutro até 2050

Agência France-Presse
postado em 21/07/2020 13:21
nesta foto de arquivo tirada em 6 de março de 2018 O logotipo da sede francesa da empresa multinacional americana de tecnologia Microsoft, é retratado em Issy-Les-Moulineaux, um subúrbio de Paris.Nove multinacionais aderiram à iniciativa da gigante americana de informática Microsoft para compartilhar suas pesquisas e estratégias com o objetivo de permitir que todas as empresas consigam uma pegada de carbono neutro para 2050.

Chamada "Transform to Net Zero" (um conceito que remete à adoção de medidas autossustentáveis), essa iniciativa reúne atualmente a transportadora dinamarquesa AP Moller-Maersk, a rede de cafeterias americana Starbucks, o grupo francês de alimentos Danone e a gigante do consumo em massa, a anglo-holandesa Unilever.

Também se juntaram a fabricante de automóveis alemã Mercedes-Benz, o grupo brasileiro de cosméticos Natura & Co, a fabricante americana de equipamentos esportivos Nike e o grupo indiano de consultoria informática Wipro.

Essas organizações de vários países e setores industriais pretendem compartilhar suas informações e experiências sobre as melhores formas de reduzir as emissões de carbono e limitar o aumento da temperatura média da superfície terrestre para 1,5 graus Celsius, diz um comunicado publicado nesta terça-feira.

Ainda segundo a nota, manifestam seu interesse em investir em inovações e defender políticas públicas para alcançar este objetivo.

A Microsoft já havia garantido em janeiro que sua pegada de carbono seria negativa em 2030.

"Nenhuma empresa pode enfrentar a crise climática sozinha", disse hoje um de seus representantes, Ben Smith, no comunicado.

"É por isso que as grandes empresas desenvolverão e compartilharão as melhores práticas, a pesquisa e os resultados de suas experiências para ajudar todos a avançar", acrescentou.

A iniciativa, que conta com o apoio da associação americana de proteção ambiental Environmental Defense Fund (EDF), está aberta para outros membros.

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