Correio Braziliense

Como contratar o seguro de saúde certo para sua empresa e seus funcionários

O que você precisa saber para não ter problemas na hora de contratar ou de reajustar com valores abusivos o seguro saúde da sua empresa?


postado em 24/06/2019 12:41 / atualizado em 24/06/2019 16:55

Depois do salário, o plano de saúde é o benefício que os trabalhadores mais levam em consideração, tanto na hora de sua contratação, quanto no seu dia a dia de trabalho. Segundo especialistas, este é um elemento fundamental na hora da captação e também na retenção de mão de obra especializada para uma empresa. Mas o que os empresários precisam saber para fazer a contratação de um plano de saúde que traga satisfação para os funcionários e que, ao mesmo tempo, não se transforme em uma bola de neve de problemas, com reajustes exorbitantes a cada renovação?
Luiz Henrique Ferreira, Sócio proprietário da Interliga (foto: Gilberto Evangelista)
Luiz Henrique Ferreira, Sócio proprietário da Interliga (foto: Gilberto Evangelista)
A resposta para essa questão pode ser simples: basta contratar o serviço através de uma corretora de seguros idônea, com tradição no mercado e registrada regularmente no cadastro da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Certo, esse seria o básico a ser verificado, mas a realidade de mercado revela que, numa área onde a competitividade é enorme, assim como a insatisfação dos usuários frente aos serviços oferecidos pelas operadoras de planos de saúde, as empresas contratantes precisam de algo mais que faça toda a diferença. 

E para garantir qualidade, satisfação e segurança do dinheiro investido na contratação de um plano de saúde, é muito importante aliar uma gestão inteligente das informações com ações preventivas e de acompanhamento na prática do uso do plano. Essas medidas podem fazer grande diferença no bolso dos empresários que – mesmo quando não se veem obrigados em atender exigências de contratação de planos de saúde previstas em Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) – querem oferecer ao seu grupo de colaboradores um plano de assistência médica que seja um benefício que realmente faça a diferença, dentro da melhor relação custo/benefício possível.

“Quando se fala em plano de saúde, todo mundo quer ter o melhor, o mais amplo, mas nem todos têm condições financeiras para tal. Então é preciso identificar uma solução com a melhor relação custo/beneficio, tanto para os beneficiários, quanto para o empregador”, destaca o Executivo da Área de Benefícios do Grupo Interliga, Alexandre Caribé. “Aí é que entra o trabalho do corretor profissional, que hoje em dia precisa agir muito mais como um consultor, identificando as reais demandas da empresa, de seu grupo de colaboradores, do perfil de risco do grupo segurável, adequando a melhor solução, com produtos específicos às diferentes realidades, sempre dentro de sua capacidade financeira e/ou de seu orçamento”, complementa.

Na prática, o que ele está dizendo é que um bom corretor deve assessorar o empresário (seja ele micro, pequeno ou grande) a fazer as melhores escolhas ao determinar, conjuntamente, o que será possível incluir no menu de serviços a ser contratado junto às operadoras de planos de saúde, definindo suas reais necessidades, o que será oferecido, e os procedimentos para isso. 

“O valor final de um contrato vai depender de inúmeros fatores, tais como perfil de risco do grupo segurável, por exemplo, a distribuição dos beneficiários por faixa etária, por sexo, adesão compulsória ou facultativa, dados dos afastados e dos crônicos existentes”, exemplifica Caribé. “Outro fator são a segmentação das coberturas desejadas para casos de atendimento ambulatorial ou hospitalar, com ou sem obstetrícia; a abrangência da rede de atendimento, se ela será local ou nacional; o padrão de acomodação que se quer adotar, quando em regime de internação hospitalar, elegendo quarto coletivo ou privativo; assim como se vai ser um plano com coparticipação financeira ou não, aquele onde o beneficiário paga uma parte do serviço ou procedimento utilizado em consultas e exames a cada vez que for até uma clínica ou hospital”, enumera o Executivo.
Alexandre Caribé, Executivo da Área de Benefícios do Grupo Interliga.(foto: Gilberto Evangelista)
Alexandre Caribé, Executivo da Área de Benefícios do Grupo Interliga. (foto: Gilberto Evangelista)
Informação, a base de tudo.

É importante ressaltar que na hora da contratação, as operadoras comercializam seus produtos, para grupos de 2 a 99 vidas, de forma tabelada, com custo pré-definidos por faixa etária e pelo tipo de produto escolhido, independentemente do corretor de seguros que lhe assessore. Já para empresas com grupos de 100 ou mais vidas, o mercado pratica uma venda “Taylor-made”, ajustada ao perfil de risco do grupo segurável e das demandas da empresa contratante, momento no qual uma assessoria profissional e intensiva se faz necessária. 

“Desse modo, a atuação de um corretor junto ao departamento de recursos humanos de qualquer empresa é fundamental, uma vez que ele vai ajudar na identificação conjunta, e de forma detalhada, das informações necessárias para subsidiar a redução das incertezas do risco a ser subscrito, possibilitando uma precificação adequada por parte das operadoras de planos de saúde” explica o sócio proprietário da Interliga Corretora e Assessoria em Seguros, Luiz Henrique Ferreira. 

O especialista lembra que é a partir da definição da operadora e do mix de produtos a serem contratados que se apresentará uma fase da grande importância: a fase de implantação do novo plano. “Na fase de implantação, seja o primeiro plano da empresa ou da migração de plano de outra operadora, mediante a atuação conjunta do corretor e da operadora, através de palestras ao grupo de beneficiários, será feita a apresentação desse novo plano, bem como de suas regras de utilização, parâmetros e condições de cobertura e de coparticipação financeira, tanto no seu custeio mensal quanto na sua utilização, enfim, é o momento das boas vindas ao novo plano e de buscar criar uma nova cultura no relacionamento do beneficiário com seu novo benefício”, detalha Ferreira. 

Uma vez implantado o plano, virá a fase seguinte, que é a de manutenção no dia a dia, na qual o acompanhamento próximo do contrato pelo corretor e pelo gestor da empresa é fundamental. “Nesta fase o foco será na gestão do contrato, de forma a possibilitar a implementação de ações durante a vigência do contrato, que visarão a busca de um contrato equilibrado e que não exija, quando de sua renovação anual, de elevados índices de reajuste”, pondera. “Neste momento é que a gestão contínua e preventiva, no decorrer da vigência do contrato/apólice por parte do corretor de seguros pode fazer toda a diferença” sentencia o sócio proprietário da Interliga. 

“No entanto, é de extrema importância não deixar as empresas e, principalmente, os beneficiários perdidos, sem informação, pois com o conhecimento adequado sobre o plano de saúde que têm em mãos, eles poderão usá-lo com muito mais sabedoria, o que resultará em público segurado e contratos saudáveis, com menor sinistralidade (indicador básico dos contratos de planos de saúde, que se obtêm, em determinado período de tempo, pela divisão das despesas incorridas por suas receitas) e, consequentemente, menores índices de reajuste quando de sua renovação anual”, avalia Luiz Henrique. 

Inclusive, ele sempre começa a gestão de um novo contrato de plano de saúde empresarial, fazendo palestras explicativas para todo o grupo de segurados da empresa; além de manter um plantão para tirar dúvidas no local da empresa, em periodicidade a ser ajustada com a mesma, e disponibilizar canais diretos aos beneficiários, via telefone e whatsapp. “A ideia é tentar mudar essa cultura de que a carteirinha é um cheque em branco e que o segurado pode fazer tudo com ela. Afinal, é esta prática que acarreta, lá na frente, reajustes vistos como abusivos pelo usuário” ensina o consultor. 

Entre várias outras recomendações, o representante da Interliga orienta que o mais indicado seria o usuário “manter hábitos de vida saudável, fazer consultas eletivas, exames anuais, praticando o que chamamos de saúde preventiva. Mudar o foco da doença para a saúde. Este tipo de comportamento, além de evitar a identificação tardia de doenças e os elevados custos delas decorrentes, possibilitaria uma melhor qualidade de vida para o segurado e seus dependentes e, também, da própria “saúde financeira” do contrato, fazendo com que a sinistralidade do mesmo seja controlada e os reajustes anuais possam ser menores que os praticados atualmente”. 

Outro aspecto fundamental de uma gestão efetiva e próxima do contrato pelo corretor de seguros seria a disponibilização de um maior número de informações para a tomada de decisão pela empresa, aliado às informações gerenciais já disponibilizadas periodicamente pelas operadoras, dados estes que retratam períodos já ocorridos e que resumem às empresas informações históricas, suas receitas e despesas, e quais foram os principais serviços/procedimentos que os seus beneficiários usaram ao longo do Contrato.

Entretanto, é com a gestão prévia e acompanhamento mês a mês que, inclusive, com a supervisão de uma equipe médica, a Interliga consegue propor ações preventivas no ambiente de trabalho como palestras para redução do estresse, de alimentação saudável contra o aumento do colesterol, sugestão para acompanhamento de crônicos ou, ainda, de ginástica laboral para evitar problemas de coluna e, também, para evitar doenças ligadas à Lesão por Esforço Repetitivo (LER-DORT). 

“A gestão do contrato é que faz a diferença, pois não adianta o corretor apenas ir lá e efetuar a venda, pois, se não fizer um bom acompanhamento, a tendência na renovação é ter aumento garantido; mas, com um trabalho bem feito, nós conseguiremos ter reduções nos gastos, tal como uma grande empresa cliente nossa que conseguiu ter uma queda no valor médio per capita de quase 40% após redesenho nos tipos de planos vigentes, implantação de critérios de meritocracia, troca da operadora, substituição de alguns prestadores credenciados e de coparticipação na utilização do plano”, registra  Luiz Henrique.

Interliga corretora e assessoria em seguros

Atuando há mais de duas décadas na Capital Federal, a Interliga Corretora e Assessoria em Seguros tem como principal foco atender seus clientes dentro das peculiaridades dos seus segmentos. O objetivo é contribuir diretamente para o crescimento das empresas, minimizando os riscos de suas operações, proporcionando assim um maior potencial de competitividade. E isso se dará por meio do acompanhamento e gerenciamento dos eventos que resultam em custos com sinistros, provocando uma competição maior entre os players, seguradoras/operadoras, para o acolhimento dos riscos.

Entre seus principais serviços disponibilizados na gestão de planos de saúde, a Interliga destaca:

- Relatórios com avaliação quantitativa e qualitativa dos riscos;
- Suporte total na gestão de processos junto ao RH da empresa;
- Análises periódicas com equipe médica, promoção de bem-estar e qualidade de vida aos beneficiários;
- Ferramentas customizadas para interação com os beneficiários e gestão de risco;
- Plantão com atendimento personalizado;
- Comitê de saúde;
- Acompanhamento de crônicos;
- Equipe formada por profissionais com especialização em Seguros, Resseguros e Saúde Suplementar.
(foto: Gilberto Evangelista)
(foto: Gilberto Evangelista)

Além de atuar no segmento de Planos de Saúde, a Interliga Corretora de Seguros também oferece Planos Odontológicos, Seguros de Vida, Automotivos, Patrimoniais e Residenciais, e coloca à disposição de seus clientes a Track Lock – Tecnologia em Rastreamento e a Interloc – Locadora de Veículos, outras duas empresas do Grupo Interliga que fazem parte dessa empresa que tem DNA 100% brasiliense, mas com operação em todo o território nacional.

Interliga Corretora e Assessoria em Seguros
SCS Quadra 08, Bloco B-60, sala 257, Ed. Venâncio Shopping
Telefone: (61) 3201-6666
www.interliga.com.vc
email:  saude@interliga.com.vc   

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