Especial Publicitário - Leonardo da Vinci

Garanta que seu filho seja um profissional realizado e feliz

Entenda quais são as exigências do mercado e qual a melhor forma de desenvolver essas habilidades desde a infância.

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postado em 26/10/2017 14:43 / atualizado em 26/10/2017 19:07

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Muitas pessoas passam a infância e a adolescência se preparando para fazer uma prova de vestibular, passam em um curso concorrido e, depois de um tempo, percebem que aquilo que elas escolheram não era bem o que elas queriam fazer da vida, ou pior ainda: percebem que apesar de todos os esforços, ainda não estão qualificadas para entrar no mercado de trabalho. Isso acontece porque a dinâmica das organizações vem se modificando e exigindo que seus colaboradores saibam atuar em posições de gerência e coordenação de projetos, ou seja, é preciso que tenham confiança e determinação para solucionar problemas e ter uma noção do funcionamento geral das empresas, além de valores éticos e sustentáveis bem estruturados. O grande problema é que esse tipo de conhecimento não é passado, ou ao menos não é trabalhado a fundo nas universidades, então como atingir o sucesso dentro desse cenário?

 

O que o mercado espera das futuras gerações?

 

O mercado de trabalho está mais dinâmico e exigente, com novas possibilidades de emprego, em novos formatos, com diferentes cargas horárias e outras formas de contrato. Nos anos 1970, os profissionais tinham que decidir logo cedo com o que iriam trabalhar, escolher uma empresa e se manter fieis a ela, com a esperança de que seus esforços fossem reconhecidos. O objetivo era subir na hierarquia e atingir uma posição de diretoria para, só então, aproveitar todos os benefícios do sucesso. Ao longo dos anos, com o desenvolvimento de novas tecnologias e a globalização, esse cenário vem se tornando cada vez mais dinâmico e mais conectado, com aumento da negociação entre empregador e empregado, maiores possibilidades de embarcar no empreendedorismo e maior autonomia do funcionário. 

 

A crise e a recessão também colaboraram para a redução de pessoal e contratos de carteira assinada, o que acabou por prejudicar bastante a entrada de jovens profissionais no mercado. A falta de experiência é um dos principais motivos, porém boa parte das vagas disponíveis não é preenchida por falta de condições técnicas e comportamentais para lidar com uma gama variada de situações. O que as empresas procuram são profissionais que, além das qualificações acadêmicas, tenham criatividade e pensamento estratégico: entendam o funcionamento de cada setor e sua importância dentro da organização, sabendo gerenciar suas funções em tarefas conjuntas, identificar problemas e propor soluções que englobem todo o cenário, não apenas no papel, mas com a noção de como implantá-las. É importante também ter a habilidade de estar em constante mutação e conseguir realizar diferentes tarefas, de acordo com as necessidades momentâneas.

 

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Essa nova estrutura incentiva que as pessoas encontrem alguma atividade que gostem e que fiquem boas nela, seja o que for, desde as profissões mais tradicionais até esportes, desenho, pintura, teatro, tricô, culinária, quadros de giz, robótica, viagens, fotografia... e por aí vai. Uma vez que não há mais horários fixos de trabalho, fazer o que gosta é essencial para ter uma vida saudável e feliz, sem contar que é muito mais fácil ser bom naquilo que nos interessa. Nesse cenário, o capital gira em uma rede dinâmica de prestação e contrato de serviços, por microempreendedores autônomos que se organizam e se reconfiguram constantemente para a realização de projetos temporários e associações. Mas não é preciso abrir um novo negócio para empreender, é possível ser um empreendedor dentro de uma empresa, sendo criativo, colaborativo, buscando coisas novas e enfrentando riscos para solucionar as demandas. De qualquer forma, é crucial entender pelo menos um pouco sobre gestão financeira, administração, economia e divulgação de serviços, para saber se posicionar diante das oportunidades. 

 

Também é preciso estender a visão para além da empresa, entender o cenário competitivo, trabalhar em equipe e considerar as ações da concorrência, as novas tecnologias e os impactos no meio ambiente. Outro pré-requisito é ter ideais bem construídos, voltados para a sustentabilidade, igualdade social e de gênero, inclusão de minorias, ética e respeito, mantendo sempre o alinhamento entre a vida pessoal, o ambiente de trabalho e a formação como ser humano. Uma vez que está cada vez mais difícil separar trabalho de lazer e profissional de pessoal, não cabe mais a prática de manter aparências públicas e ser outra pessoa no âmbito privado. Até porque, é na roda dos amigos, na informalidade de alguns momentos, que são feitos os contatos para futuros projetos. 

 

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Aliás, a nova geração não espera chegar ao final dos cursos para começar um projeto pessoal ou dentro do grupo de amigos. Normalmente, como as especializações são diferentes entre as amizades, é possível formar várias parcerias só com a proatividade de juntar conhecidos em torno de uma boa ideia. Migrar de carreira também se tornou algo muito natural e realizado com frequência, pois a busca por novas experiências e desafios é constante, sem contar que é muito comum descobrir algo novo que goste de fazer mais do que o atual trabalho. 

 

O que é preciso para ter sucesso?

 

Conseguir um espaço no mercado de trabalho é uma tarefa que exige muita mão na massa e uma estratégia para se destacar entre os concorrentes e parceiros do círculo de atuação. A imagem do bom funcionário que apenas cumpre suas demandas no prazo e concorda com tudo está ultrapassada. É preciso ser comprometido e engajado, apresentar trabalhos melhores que o esperado, ter a capacidade de analisar situações e oferecer opiniões construtivas, soluções criativas e ideias inovadoras. Lidar com as próprias tarefas é questão de responsabilidade pessoal e disciplina, ninguém tem mais tempo de ficar no pé dos funcionários cobrando o que eles precisam fazer, as coisas devem estar prontas dentro do combinado e o profissional deve ter segurança suficiente para ser independente, inserido em uma organização de trabalho muito mais horizontal do que hierárquica e cada vez menos burocrática. 

 

O modelo de negócio estruturado de forma mais igualitária tem como base o trabalho em equipe, essencial para o bom funcionamento de toda a nova rede econômica que está se formando. Ser solícito e cultivar bons relacionamentos é a melhor forma de preservar seu espaço, manter um bom ambiente de trabalho e melhorar os resultados de projetos em geral. Quanto mais apto a ajudar, melhor, então ter um currículo abrangente e a capacidade de assumir diferentes funções com qualidade, além de estar aberto a novas experiências, são fatores de decisão na hora de montar equipes para desenvolver novos projetos. Entender como funcionam as tecnologias também não é suficiente. É preciso saber aplicar seu uso em redução de prazos e custos de resultados. 

 

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Ser bem resolvido e saber onde quer chegar é a base de todo plano de carreira, mas é necessário estar em constante evolução e aprendizado para ter sucesso. É preciso desenvolver uma postura multidisciplinar e multicultural, com amplos conhecimentos sobre os mais variados assuntos e a visão de mundo necessária para inter-relacionar diferentes tópicos nas tomadas de decisão do dia-a-dia. Sair da zona de conforto e socializar com pessoas de outras áreas e culturas é a forma mais rápida de atingir esse nível de conhecimento, e de quebra, ainda é possível expandir a rede de contatos. Poder de negociação e habilidade de oratória também são ferramentas muito úteis na hora de conquistar espaço profissional, pois apresentar resultados de maneira eficiente e convencer clientes de que você fez um bom serviço são a chave para receber indicações e encontrar novas oportunidades. 

 

Como preparar os futuros profissionais para esse mercado?

 

É ilusão pensar que todas essas habilidades são adquiridas na faculdade ou com um curso técnico, e que a escola deve se limitar a preparar alunos para provas de seleção, como PAS, ENEM e outros vestibulares. Conceitos como criatividade, responsabilidade e disciplina devem ser ensinados e incentivados desde a infância, tanto em casa quanto no ambiente educacional. E não para por aí. Além de trabalhar o conteúdo programado para o ano letivo, também é tarefa da instituição de ensino, em parceria com a família, transmitir valores morais e éticos, ajudar a criança a descobrir do que ela gosta, por quais matérias se interessa e que tipo de emprego ela gostaria de ter; explicar a importância da preservação do meio ambiente e ensinar medidas de sustentabilidade; preparar para a solução de problemas, desafios do dia a dia, gestão de projetos e convivência em grupo; fortalecer o espírito de liderança e fazer com que ela se sinta mais segura, confiante e apta a dar suas opiniões. Enfim, fazer com que ela cresça com todas as ferramentas necessárias para ser uma boa profissional, preparada para o mercado de trabalho; e uma pessoa feliz, altruísta, proativa e com vontade de melhorar o mundo à sua volta.

 

O Centro Educacional Leonardo da Vinci tem como lema ser a escola da sua vida e o objetivo do colégio é educar pessoas éticas e competentes, capazes de inspirar gerações na construção de um mundo melhor. A escola busca formar cidadãos éticos, competentes, solidários, criativos e preparados para vencer todos os tipos de desafios, desde a aprovação em uma instituição de ensino superior até o autoconhecimento e convívio com realidades distintas, sempre com muito respeito e resiliência. Para isso, conta com o corpo docente de melhor formação no Distrito Federal (segundo metodologia de avaliação do INEP), e projetos diversificados que objetivam além da compreensão do conteúdo, conectar diferentes disciplinas e desenvolver  habilidades essenciais para a formação integral dos estudantes.

 

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Alunos de primeiro a quarto ano do ensino fundamental fazem aulas de xadrez, para aumentar a capacidade de concentração, o raciocínio lógico e a visão estratégica desde cedo; participam do projeto Minhorta, que busca conscientizar sobre a importância de uma alimentação saudável e sobre a limitação de recursos do planeta, trazendo conhecimentos científicos e conscientização ambiental; realizam a feira cultural, com o objetivo de desenvolver autonomia intelectual, estruturação de pensamento crítico e questionamento científico a partir de projetos temáticos que são apresentados aos professores e familiares no final do ano; e vivenciam a experiência da festa junina, para incentivar a curiosidade a respeito de outras regiões do país e outras culturas.

Ainda no Ensino Fundamental, os estudantes entram em contato com laboratórios de ciência, para vivenciar, por meio da prática processos aprendidos em sala de aula, e laboratório de informática, para entrar em contato com os softwares e desenvolver atividades na área de tecnologia; recebem textos do projeto Trocando Ideias sobre assuntos atuais, para serem lidos e discutidos em família; realizam leituras coletivas e criam livros ilustrados com textos autorais no projeto Ler e Escrever, Que Prazer!, estimulando o desenvolvimento das habilidades de oratória, escrita, criação e análise argumentativa; brincam com jogos de raciocínio lógico no projeto Menteinovadora; aprendem a trabalhar em equipe e vivenciam habilidades esportivas na olimpíada OliVinci; fazem saídas para museus, parques, teatros, exposições e pontos turísticos para relacionar a teoria com coisas mais palpáveis e lúdicas, tornando o conhecimento mais divertido;  aprendem a usar o dinheiro com responsabilidade e aproveitar oportunidades em trabalhos de educação financeira. 

 

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Além de tudo isso, as crianças são incentivadas a desenvolver um repertório de habilidades sociais, como: observar, se manter atento, ignorar distrações, não interromper os colegas, elaborar e responder perguntas, oferecer e solicitar ajuda, agradecer e elogiar os colegas, autocontrole, expressividade emocional, empatia, fortalecimento de amizades e solução de problemas. Desta forma, o bullying é combatido antes mesmo de começar e os conceitos de justiça, cidadania, zelo, sinceridade, respeito e responsabilidade ficam bem estruturados desde a infância. São abordadas também dúvidas e questões sobre sexualidade humana, para debate e esclarecimento de maneira natural, saudável e descontraída por profissionais qualificados.

 

Na segunda etapa do ensino fundamental, os alunos são desafiados a solucionar desafios matemáticos com elaboração de estratégias, teste e comprovação de hipóteses; realizam olimpíadas do conhecimento para estimular a curiosidade científica; produzem textos para oficinas de redação, que possui toda uma estrutura específica para trabalhar com o desenvolvimento da escrita e da correção colaborativa, da argumentação e da clareza. O projeto Ler e escrever, que prazer! Tem continuidade nessa etapa e explora habilidades sócio emocionais necessárias para a construção do indivíduo e da sociedade. Os alunos ainda  simulam comitês da ONU e Câmara dos Deputados na ONUVinci Júnior, que desenvolve habilidades de liderança, oratória e negociação, ampliam conhecimentos sobre política e  interagem com estudantes universitários; as práticas de laboratório, OliVinci e habilidades sociais são mantidas e ressignificadas a cada etapa educacional.

 

O nono ano, fase de transição entre ensino fundamental e médio, fornece um projeto de orientação vocacional e profissional, que visa auxiliar os alunos na busca de informações sobre as diferentes profissões, mercado de trabalho, cursos superiores, e também na descoberta de competências, habilidades e aptidões pessoais. Há também os projetos de solidariedade, com visitas a creches, hospitais e entidades filantrópicas; o projeto liderança, que tem por finalidade incentivar os alunos a organizarem movimentos de liderança estudantil em sala e estimular o desenvolvimento ações como gerenciamento, apoio aos colegas, representatividade colaborativa e elaboração de propostas para auxiliar o grupo, perfil gestor. Os alunos já começam a fazer simulados com desempenho individual e classificação, inspirados no PAS/UnB, para adquirir o hábito de realizar provas seletivas, analisar desempenho, traçar estratégias de estudo.

 

Ao chegar ao ensino médio, os estudantes se deparam com um programa de revisão intensiva para as avaliações da Universidade de Brasília e também para o ENEM, além de plantões de dúvidas e aulas extras direcionadas, que aprofundam conhecimentos e tiram dúvidas dos conteúdos passados em sala, os alunos vivenciam também o projeto Alunos Mentores que consiste na formação de grupos de estudos, em uma dinâmica que permite àqueles que auxiliam aprender, tanto quanto aqueles que são auxiliados. Uma troca pedagógica e humana imensurável, que fortalece entre os alunos o sentido da colaboração e não da competitividade.  O projeto Ecotrilhas do Brasil, responsável pelas atividades de turismo e aventura, visa desenvolver a capacidade de superação de obstáculos e a consciência de preservação ambiental; as turmas do Vem Ser Vinci são formadas por alunos com alto desempenho, convidados a desenvolver projetos extras nas áreas de português, matemática, física, biologia, química e atualidades. As olimpíadas, práticas em laboratório, projetos de solidariedade e liderança, ONUVinci e OliVinci também continuam na programação do Ensino Médio, assim como os simulados, com análise de resultados e de proficiênia, bem como apoio de orientação vocacional e orientação de estudo.  

 

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Desde cedo, os alunos do Leonardo são incentivados a criar um hábito de rotina de estudos, independentemente de haver ou não dever de casa, que somados às atividades citadas acima, acabam por trazer ótimos resultados. Este ano, foram conquistados 35 primeiros lugares nas principais universidades federais, nota máxima na redação do ENEM, 108 aprovações em engenharia na UnB e o primeiro lugar de instituição de ensino no ENEM-DF para estudantes que cursaram todo o ensino médio na mesma escola. Garanta que seu filho seja um profissional de sucesso em qualquer área que ele desejar atuar e um ser humano consciente, disposto a buscar soluções para os desafios globais. Saiba mais sobre visitas e matrícula: basta clicar aqui.  

 

Tags: leonardo
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Flavio
Flavio - 30 de Outubro às 12:43
O simples fato de uma escola "garantir", no futuro, a realização e a felicidade, já é motivo para se manter distância dela.
 
Tolerancia
Tolerancia - 27 de Outubro às 09:05
Porque o colégio só faz propaganda com fotos dos ALUNOS da Unidade Norte?Até onde sei o colégio Leonardo tem Três unidades em Brasilia e no Facebook igual aqui no Correio só postam fotos de alunos da Norte. Isso sim é "BULYGIN"
 
Vitor
Vitor - 31 de Outubro às 21:07
Ah, outra coisa, caso você tenha tentado se referir a uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas, quando escreveu "BULYGIN" esta palavra esta escrita errada, o correto é a escrita "BULLYING"
 
Vitor
Vitor - 31 de Outubro às 21:02
Amigo(a) por partes. A 1ª foto (frente da unidade) são dos alunos da unidade de Taguatinga. A 2ª e 3ª fotos (laboratório e biblioteca) não vou saber onde são, mas acredito que sejam da unidade da asa sul. A 4ª foto (segurando bola) são alunos da unidade da asa sul. A 5ª foto (jogando xadrez) foi tirada na unidade de Taguatinga. a 6ª foto (Olinvinci) foi tirada na unidade da asa sul A 7ª foto (onuvinci) essá é a unica tirada na unidade asa norte, portanto seu argumento está descabido e principalmente infundado!!!