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Correio Braziliense

Para estudar fora é preciso um preparo de excelência

Sigma faz parceria que oferece a oportunidade de diploma americano com apenas 4h a mais de aulas na semana


postado em 03/12/2018 15:31 / atualizado em 05/12/2018 09:31

Com a facilidade de comunicação e de globalização, está cada vez mais possível estudar em uma universidade estrangeira, já que as oportunidades de intercâmbio estão mais acessíveis e os jovens recém-formados no ensino médio já visualizam as possibilidades de graduação superior ao redor do mundo inteiro. Mas, apesar da oferta ser alta, os processos seletivos se tornaram mais exigentes e a concorrência tem se preparado cada vez melhor. Então, é preciso ter objetivos em mente e se dedicar bastante, para apresentar um bom histórico escolar e um alto desempenho no chamado Scholastic Assessment Test, ou SATs, que é o equivalente a um Enem americano.

Ao perceber que boa parte de seus alunos tinha planos de fazer faculdade fora, o Centro Educacional Sigma fechou uma parceria com a Way American School e, a partir do ano que vem, irá oferecer o high school americano no seu contra-turno, para que os estudantes tenham a oportunidade de concluir o ensino médio com dois diplomas. “O nosso principal objetivo é expandir possibilidades e ser cumplice na realização dos sonhos deles, e assim nós viabilizamos esse processo de uma forma mais assertiva”, declara a diretora Juliana Diniz, que vê o novo projeto como uma forma de “enriquecer a formação dos nossos alunos e torná-los ainda mais competentes e preparados para o mundo”. O programa consiste em 4h semanais de aula presencial mais 2h de interação online, por um período de dois anos e meio a três anos. 



Uma das preocupações da escola é garantir espaços livres na agenda: “nós buscamos algo coerente com o nosso currículo. Achamos que nossos alunos devem ter tempo para estudar, pois aprendizagem requer dedicação fora da sala de aula. Além disso, essa carga horária é suficiente para a aprendizagem e titulação”, conta Juliana. Os horários reduzidos se devem ao aproveitamento do currículo regular da escola como equivalente ao que é ensinado nos Estados Unidos. “Os currículos de ciências (física, química, biologia e matemática) são aprovados junto aos Conselhos de Educação dos EUA, e ai nós fazemos apenas os complementos pedagógicos: inglês, literatura inglesa, redação, história americana, geografia americana, economia e oratória”, explica Abi Kalejaiye, diretor de desenvolvimento de negócios da Way, “e como ciências consiste em um pouco mais da metade do currículo, o tempo é o mesmo que o dedicado em uma escola americana, só que aproveitando o que a escola já oferece”, completa. 

O conteúdo é ministrado a partir de projetos, a chamada metodologia ativa Project Based Leraning (PBL), técnica comumente utilizada nas faculdades de medicina e que foi adaptada para o contexto de ensino médio. “A gente sempre começa com uma pergunta ou um desafio, aí o professor apresenta o contexto e os alunos devem pesquisar, ler, escrever e debater para chegar a uma resposta”, diz Abi. A Way possui um banco de dados com milhares de projetos nas mais diversas áreas e busca sempre trazer um tema que é de interesse dos alunos e a partir dele, inserir os assuntos previstos na base curricular. “Nós temos um projeto sobre o videogame Xbox, em que eu posso abordar questões de saúde, por exemplo, perguntando se não é uma ameaça ao desenvolvimento saudável, como eu posso perguntar sobre economia, por que o preço é diferente em cada país, quais são os impostos... Trazer elementos de várias matérias torna o ensino muito mais interessante”, completa. 

Abi afirma que inserir o conteúdo em um contexto familiar aumenta o engajamento dos estudantes e aguça o interesse pelos diversos assuntos abordados, facilitando, inclusive, o trabalho dos professores. “Várias pesquisas já apontam que quando a pessoa consegue enxergar para que serve aquilo que ela está aprendendo, ela tem mais interesse”, garante, “nós temos um outro projeto que chama matemática na política, em que os alunos conseguem entender por que alguns deputados que não recebem votos são eleitos, enquanto outros que foram muito votados não conseguem assumir. E nós mostramos isso a partir de conceitos matemáticos, então eles acabam se envolvendo com as fórmulas”, conclui. 



Quando os participantes completam 70% do curso, eles podem iniciar aulas de preparação para os SATs, que ocorrem uma vez na semana e funcionam mais ou menos como um preparatório para vestibular, “nós ensinamos técnicas de resposta, as terminologias em inglês da área de ciências, a compreender e resolver os problemas propostos, e ai fazemos simulados, principalmente de redação, para que eles se acostumem a fazer no tempo certo”, conta Abi, “enquanto o Brasil dá quase uma hora inteira para a elaboração de um texto, o SATs oferece de 15min a 20min no máximo, então é uma pressão bem maior”, completa. 

O Sigma optou por essa parceria pela experiência e pela garantia de um ensino consistente trazidos pela Way, o que garante um resultado de ótimo desempenho: “nossa média é 8% maior do que a média americana, principalmente porque os nossos alunos vão muito bem na parte de ciências, é impressionante”, revela o diretor de desenvolvimento. Mas o grande diferencial desse projeto é a abrangência de possibilidades, “o nosso aluno tem o melhor dos dois mundos, ele não abre mão do currículo brasileiro, como nas escolas americanas, então continua competitivo para qualquer universidade nacional, mas ele tem portas abertas para todas as universidades dos Estados Unidos e do mundo”, conclui. E quem realiza a certificação americana é o estado de Michigan, então, os alunos da Way recebem 40% de desconto na mensalidade de qualquer universidade desse estado. 

“Para os alunos que pretendem estudar fora, não é nem uma janela, é uma porta inteira”, declara a coordenadora de línguas estrangeiras Sandra Mara. Segundo ela, o Sigma sempre buscou incentivar os alunos a buscar vagas internacionais, inclusive oferecendo simulados de SATs duas vezes ao ano, através de uma parceria com a consultoria educacional Daqui para Fora, que aplica testes em todo o país e permite uma avaliação completa de desempenho, de forma que os alunos conseguiam uma orientação do que mais precisavam estudar para terem um bom resultado. Nesses simulados, as notas da escola sempre foram destaque nacional, mas a oportunidade de oferecer um high school é muito mais completa. 

“Os nossos alunos já fazem inglês fora, e pelo mesmo preço aqui eles têm a oportunidade de imersão, tanto na língua quanto na cultura, tendo contato com professores nativos, além de trabalhar muito com empreendedorismo e práticas de mercado”, explica Sandra, “as pesquisas realizadas com alunos de high school sempre mostram resultados de ganho, melhoria e fixação de conteúdo. Esses alunos das novas gerações tem uma bagagem muito grande de língua estrangeira, então quanto mais trabalhar e desenvolver isso, melhor”, completa a coordenadora. A grande quantidade de atividades online também permite que o estudante consiga adaptar sua rotina e ficar mais flexível para encaixar outras atividades, como esportes, robótica, artes, passeio com os amigos e compromissos familiares.



Thiago Reis, diretor geral da Way no Brasil, revela que o maior diferencial é que, além de ser um diploma completo de ensino médio americano, o programa desenvolve as habilidades necessárias para a sobrevivência no século XXI. “Mesmo que o aluno não tenha o objetivo de estudar fora, ele vai aprender a colaborar e não a competir, explorar aspectos de criatividade e vai desenvolver a habilidade de solução de problemas. Porque é assim que o mundo se apresenta depois, ninguém chega no trabalho e recebe uma prova de conteúdo, são apresentados problemas e nós temos que arrumar uma forma de resolver”, afirma, “o aluno ter contato com isso é ótimo, porque ele vai ter facilidade para encarar qualquer desafio que a vida apresentar, e ter essa base toda em inglês faz dele uma pessoa diferenciada, porque uma coisa é aprender inglês, outra é aprender em inglês”, acrescenta. O custo do projeto também é um fator muito importante, “pois mesmo considerando a mensalidade da escola acrescida do valor do High School, o preço ainda fica bem abaixo de uma escola americana, praticamente a metade”, conclui Thiago.  
 
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