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Correio Braziliense

Onde a criatividade e o lúdico se unem na experiência bilíngue

Oferecido pela Casa Thomas Jefferson, o Bilingual Adventure proporciona uma vivência divertida e sensorial da língua inglesa para crianças de 3 a 14 anos


postado em 31/07/2019 14:07 / atualizado em 08/08/2019 15:19

(foto: Nina Quintana)
(foto: Nina Quintana)
 
Esqueça aquela visão do curso de inglês tradicional, com salas padronizadas, tarefas no quadro-negro e pouco espaço para a criatividade. Afinal, quem busca o ensino de um idioma para seus filhos deseja que eles possam usá-lo nas exigências do dia a dia, como se fosse sua língua nativa. Além disso, as crianças de hoje já nasceram imersas em tecnologia e recebem estímulos simultâneos das mais diferentes fontes e formatos. Para um aprendizado eficiente, as escolas precisam aplicar metodologias de ensino que coloquem o aluno como desenvolvedor de conteúdo, e não apenas consumidor, tornando-o protagonista do próprio aprendizado.

Na busca por este ensino mais eficaz e dinâmico, uma das melhores opções em Brasília é o Bilingual Adventure, da Casa Thomas Jefferson. Baseado no IPC – International Primary Curriculum –, currículo britânico presente em mais de 90 países e 1,8 mil escolas, o curso une experiência personalizada com ensino multidisciplinar.

No Bilingual Adventure, falar inglês é apenas um dos benefícios. Disponível para crianças e adolescentes (entre 3 e 14 anos), o processo de aprendizagem tem início a partir da curiosidade do aluno, que aventura-se em experiências lúdicas voltadas para o desenvolvimento integral de habilidades por meio dos quatro pilares básicos da sociedade contemporânea, os chamados 4Cs: pensamento crítico, colaboração, comunicação e criatividade. Nesse formato, o estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, é constantemente desafiado, tudo isso sustentado pelo IPC.
 
Ofertado primeiramente na Casa Thomas Jefferson do Lago Sul , o curso agora chega à unidade do Sudoeste e, em breve, estará também na Asa Norte. No Bilingual Adventure, a estrutura da escola é modificada e adaptada para tornar possível a implantação desse modelo de ensino. O ambiente amplo abriga o Maker Space, o Gourmet Space, o Gardening Space, o Reading Space e o Drama Space.

A gerente da Casa Thomas Jefferson do Lago Sul, Denise De Felice, conta que a escolha da plataforma IPC teve início a partir de sua área de pesquisa, a neurociência. “Comecei a pesquisar como o cérebro aprende para me tornar uma melhor professora e treinar minha equipe. Então, vi que a educação tradicional estava muito distante do cérebro”, afirma ela. 

“Na metodologia ativa, o aprendiz constrói a aprendizagem. É estimulado ao pensamento crítico e a resolver problemas por meio da lógica, da criatividade. É um processo que chamamos de pensamento profundo. Em um contexto de metodologia ativa, a mente, o coração e as mãos do aprendiz estão ativos, engajados, e ele realmente forma conexões no cérebro que facilitam a aprendizagem”, detalha Denise.
 
Denise De Felice, gerente da Casa Thomas Jefferson do Lago Sul.(foto: Nina Quintana)
Denise De Felice, gerente da Casa Thomas Jefferson do Lago Sul. (foto: Nina Quintana)

Em um curso regular de inglês, é definido o que será estudado em cada aula sobre gramática, vocabulário, compreensão oral, etc. No programa bilíngue, o aluno aprende conteúdos variados, como corpo humano, educação financeira ou astronomia, e a gramática é ensinada na medida em que as crianças necessitam da língua para a comunicação e o desenvolvimento de projetos. Esse aprendizado mais orgânico, focado em conteúdo e vocabulário, facilita a inserção dos alunos em ambientes escolares e sociais do exterior.

E, na plataforma IPC, as atividades realizadas pelos alunos se baseiam no currículo nacional da Inglaterra, complementando o que não existe no Brasil. “Uma característica importante do programa é que ele se propõe a desenvolver habilidades voltadas para o século 21. A maioria das crianças que estão hoje em idade escolar vão atuar em profissões que ainda nem existem no mercado de trabalho”, aponta a gerente da Casa Thomas Jefferson no Lago Sul.

A ideia do novo espaço de aprendizagem começou a surgir em 2015. E, no processo de construção do ambiente, casou-se perfeitamente com uma demanda crescente dos pais de Brasília por escolas bilíngues. “Aproveitamos uma necessidade de mercado. Há muitos pais que gostam da escola regular onde o filho estuda, não querem mudar. E, aqui, o aluno termina o curso completamente bilíngue”, afirma Denise.

Aprendizado natural

Os três filhos da jornalista e escritora Daniela Migliari, 41 anos, estudam no Bilingual Adventure. Rafaela, 12 anos, e os gêmeos Noah e Theo, 8, ingressaram no curso há um ano e meio, e a mãe e os próprios meninos logo perceberam mudanças na educação do trio. “Em um, dois meses de Bilingual Adventure, eu notei diferença nas notas de inglês da escola regular”, afirma Daniela.
 
Daniela Migliari e os filhos Rafaela, Noah e Theo Migliari.(foto: Nina Quintana)
Daniela Migliari e os filhos Rafaela, Noah e Theo Migliari. (foto: Nina Quintana)

Para ela, o currículo sem provas e livros facilita o aprendizado. “É muito orgânico, natural. As crianças estão aqui com toda a naturalidade delas. Brincando, interagindo com os conteúdos propostos. Então, no meio da diversão, dos experimentos na cozinha, com aparelhos eletrônicos, interações de arte, eles vão experimentando e conversando”, destaca a jornalista.

A adaptação foi tão rápida que a filha Rafaela decidiu comemorar o aniversário de 12 anos no Bilingual Adventure. “Avisei a professora que seria meu aniversário e ela disse para fazermos algo especial. Eu e meus amigos achamos que seria algo simples, um bolo. Só que a gente aprendeu a fazer lasanha com ingredientes mais naturais e, inclusive, colhemos, na hora, os tomates plantados e cultivados por nós. Foi bem legal!”, explica Rafaela.
 
Denise De Felice, Rafaela Migliari e Theo Migliari.(foto: Nina Quintana)
Denise De Felice, Rafaela Migliari e Theo Migliari. (foto: Nina Quintana)
 
O Gourmet Space, onde a menina e os colegas prepararam a lasanha, é um o espaço de aprendizagem preferido de Rafaela e do irmão Noah. Nele, as crianças colocam a mão na massa, preparando receitas enquanto aprendem novas palavras e expressões em inglês. Não sem antes recorrer ao Gardening Space, uma horta onde os próprios estudantes cultivam ingredientes, como manjericão e tomate-cereja.

Já o pequeno Theo tem como ambiente favorito o Maker Space, onde os alunos criam e aprendem na prática por meio da experimentação. No local, eles têm à disposição ferramentas e equipamentos, como a impressora 3D, a fim de buscarem soluções para problemas reais, desenvolvendo a competência criativa e ganhando confiança no uso de tecnologias e metodologias contemporâneas.

Acompanhamento a distância

Todas as atividades das crianças na Casa Thomas Jefferson podem ser acompanhadas pelos pais pelo aplicativo Seesaw, alimentado pelos próprios alunos com conteúdos em foto, vídeo ou áudio sobre as atividades que eles desenvolvem no Bilingual Adventure. Por meio de seu smartfone, a tradutora Mariane Oliveira, 41 anos, fica admirada com a evolução da filha Júlia, 8.
 
Júlia Oliveira(foto: Arquivo pessoal)
Júlia Oliveira (foto: Arquivo pessoal)

“De repente, tive essa experiência da Júlia aparecer lá em casa falando inglês em contextos nos quais eu nunca esperaria”, relata a mãe. Como exemplos, a tradutora conta que a filha já canta músicas de seus artistas favoritos em inglês. “Fomos ao show do Ed Sheeran e ela entendeu tudo, inclusive quando ele falou que seria o aniversário dele”, admira-se.
 
Júlia Oliveira(foto: Arquivo pessoal)
Júlia Oliveira (foto: Arquivo pessoal)

Mariane lembra que Júlia entrou há um ano e meio no Bilingual Adventure, antes mesmo de ser alfabetizada em português, e não teve dificuldades para acompanhar o ensino do inglês. “Ela aprendeu a escrever e a ler paralelamente na escola regular e na Thomas Jefferson”, destaca a tradutora, que, mesmo morando distante, faz questão de que a filha estude na Bilingual Adventure. “Além da qualidade do ensino, tem todo o cuidado da Thomas Jefferson com as crianças. Eu me sinto muito acolhida aqui”, finaliza.

Horários das turmas:

Segundas e quartas ou terças e quintas (6h semanais)
Das 8h30 às 11h45 ou das 14h30 às 17h45
Segundas, quartas e sextas ou terças, quintas e sextas (9h semanais)
Das 8h30 às 11h45 ou das 14h30 às 17h45
Sábados (3h/semana)
Das 9h às 12h15

Ver galeria . 9 Fotos Sala de aula da Casa Thomas Jefferson do Lago SulNina Quintana
Sala de aula da Casa Thomas Jefferson do Lago Sul (foto: Nina Quintana )
 
*Com a colaboração de Amanda Oliveira e Cláudio Batista

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