O plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitou nesta terça-feira (02/09) à noite o pedido do senador Expedito Júnior (PR-RO) para se manter no cargo -- feito por meio de ação cautelar. O senador teve seu mandato cassado na última terça-feira (19), por suposto abuso de poder econômico.
Foi a segunda vez que o TRE-RO (Tribunal Regional Eleitoral) de Rondônia cassou o mandato de Expedito Júnior. Em 2007, o senador já havia sido cassado por suposta compra de votos às vésperas das eleições de 2006, mas recorreu ao TSE e conseguiu decisão a seu favor.
A segunda cassação ocorreu na ação movida por Acir Gurgacz (PDT) -- que concorreu ao cargo de senador nas eleições 2006, mas não foi eleito. Ele acusou Expedido de pagar R$ 100 por voto para funcionários da empresa de seu irmão, Irineu Gonçalves, a Rocha Segurança Vigilância Ltda.
Na ocasião, Expedido negou as acusações e afirmou que apresentaria "as provas cabíveis" para comprovar sua inocência.