<img src="https://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2013/01/01/341831/20121231131352360400o.jpg" alt="Chinaglia: apesar da produção menor, líder do governo diz que 'nada emergencial ficou para trás'" /><br />O ;ano 13; do governo Dilma Rousseff começa com uma lista de desafios e pendências. A crise econômica internacional, o julgamento do mensalão, a CPI do Cachoeira e as eleições municipais atrapalharam os trabalhos no Congresso Nacional e ajudaram a fazer de 2012 um ano de baixa produtividade no Legislativo. Segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), nos últimos 12 meses foram produzidas 153 leis ordinárias. O número é baixo se comparado a outros anos eleitorais. A produção em 2008 foi de 259 e, em 2010, de 164 leis. Não entraram na conta assuntos relevantes e de interesse do Palácio do Planalto, como o Plano Nacional de Educação (PNE), o marco civil da internet, a PEC do trabalho escravo, o Código Brasileiro de Aeronáutica e a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, por exemplo.<br /><br />;Uma série de eventos políticos impactaram negativamente na agenda do legislativo e o governo federal priorizou o que era mais importante para retomar o crescimento. As duas principais preocupações do Planalto eram não deixar que matérias que significassem aumento de despesa fossem aprovadas e garantir que as medidas propostas pelo governo para enfrentar a crise fossem priorizadas;, avaliou o analista político e diretor de documentação do Diap, Antônio Augusto Queiroz.<br />O governo conseguiu mobilizar a base na Câmara dos Deputados e impedir, por exemplo, a votação do fim do fator previdenciário, fórmula que reduz em 31%, em média, o benefício pago aos trabalhadores que se aposentam por tempo de serviço. Segundo o Ministério da Previdência, entre 1999 e 2010, o fator representou uma economia de R$ 44 bilhões para os cofres públicos, o que ilustra o interesse do Planalto em adiar ao máximo a votação do projeto que extingue esse cálculo. Já a Medida Provisória 579, que trata da renovação das concessões do setor elétrico e da redução do preço da conta de luz, considerada prioritária pelo governo federal, foi aprovada no mesmo dia na Câmara e no Senado.<br /><br /><a href="http://publica.correiobraziliense.com.br/app/noticia/#h2href:{%22titulo%22:%22Pagina:%20capa%20-%20politica%20brasil%20economia%22,%22link%22:%22%22,%22pagina%22:%22245%22,%22id_site%22:%2233%22,%22modulo%22:{%22schema%22:%22%22,%22id_pk%22:%22%22,%22icon%22:%22%22,%22id_site%22:%22%22,%22id_treeapp%22:%22%22,%22titulo%22:%22%22,%22id_site_origem%22:%22%22,%22id_tree_origem%22:%22%22},%22rss%22:{%22schema%22:%22%22,%22id_site%22:%22%22},%22opcoes%22:{%22abrir%22:%22_self%22,%22largura%22:%22%22,%22altura%22:%22%22,%22center%22:%22%22,%22scroll%22:%22%22,%22origem%22:%22%22}}">Leia mais notícias em Política</a><br /><br /><img src="https://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2013/01/01/341831/20121231131401731801e.jpg" alt="" />